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26 de Fevereiro de 2010

Mude, ou fique para trás

Costumo assinar algumas revistas para ler ou folhear. Algumas eu já não tenho tanto interesse assim, outras são para leitura casual e algumas eu gosto de ler mesmo por me interessar.

Não importa se são nacionais ou internacionais, de negócios ou cotidiano. A grande maioria destas revistas, quando trata de assuntos como administração, empresas e negócios, traz uma reportagem falando sobre mudança.

Seja uma simples adaptação ou uma complexa mudança radical, o fato é que este termo vem se tornando a nova “buzzword” dos negócios. Mas será que todos temos que mudar? Será que sua empresa tem que mudar? Será que VOCÊ tem que mudar?

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22 de Fevereiro de 2010

Duke Nukem Forever: o jogo que não existiu

Em 1996 é lançado um jogo revolucionário no estilo “tiro em primeira pessoa”. Duke Nukem 3D trazia um anti-herói cínico, violento e musculoso, apresentando inovações até então inéditas nos jogos da época: interação do personagem com o cenário (produzindo situações divertidas como quando o personagem se olhava no espelho e dizia “Damn, I’m good!”) e a união do humor negro com violência extrema.

O jogo se tornou um dos mais vendidos na história dos games e fez com que uma legião de críticos e fãs praticamente exigissem uma continuação. No ano de 1997 foi dado o início do projeto Duke Nukem Forever, talvez um dos jogos mais esperados de toda história dos games.

Em 6 de maio de 2009, a empresa que revolucionou este mercado – 3DRealms – bate a última foto da equipe antes de dispensar e fechar toda a sua seção de desenvolvimento. O motivo? a incapacidade de produzir o jogo.

Como uma empresa conseguiu ir do céu ao inferno desta maneira? É o que iremos discutir aqui.

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26 de Janeiro de 2010

A difícil tarefa de aceitar um erro

Há algum tempo atrás eu postei um review de um artigo publicado pela revista Fast Company em que abordava como um grupo de economistas estava usando a gestão dos processos empíricos para salvar o mundo da pobreza, fome e miséria.

Neste mês (janeiro) a revista Wired destacou em sua capa como a nós devemos aprender com nossos erros e porque eles são importantes.

Há um artigo bem interessante sobre como a neurociência explica nossa incapacidade de lidar com as falhas. Continue lendo »

18 de Janeiro de 2010

Nokia N-Gage: um case de fracasso

Quando pensamos em Nokia, logo pensamos em celulares confiáveis, robustos e de alto padrão de qualidade. De fato, a empresa continua sendo uma das preferidas do público no mundo todo. Mesmo com o advento do iPhone, a joint-venture da Sony com a Ericsson, a reinvenção da Motorola e a entrada de outras empresas como Dell, HTC, entre outras.

É uma empresa admirada no mundo ágil por ser uma das grandes a implantarem o Scrum. O “Nokia test” é usado até hoje para empresas verificarem se estão aplicando o Scrum ou um Agilefall ou Scrumbut.

Mas, como veremos neste post, nem uma empresa admirada como essa está imune a erros. E quando eu falo de erro, pensem na forma mais pejorativa. Pensem em um ralo sugando dinheiro. Pensem em algo que conseguiu manchar a imagem da empresa.

N-gage - www.agileway.com.brPensem no N-Gage.

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15 de Janeiro de 2010

Acenda meu fogo, por favor!

Já diria o refrão da famosa música do The Doors: “Come on, baby, light my fire!”. Na música, porém, o significado é diferente do que quero passar aqui para vocês. :)

Nos últimos 3 meses e meio estou vivendo uma situação que vai muito ao encontro de algumas pessoas que sofrem ao tentar trazer os métodos ágeis para as suas empresas. Empreender e divulgar métodos ágeis tem sido o meu foco (cursos, blog, artigos, consultorias).

Este post visa fazer um comparativo entre a minha realidade e a realidade destas pessoas, tentando demonstrar como o “fogo” é uma das coisas mais importantes a serem consideradas, e como fazer para mantê-lo sempre aceso.

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