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	<title>Agile Way &#187; Artigos</title>
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	<description>Pensamentos, artigos e as lições aprendidas de um gerente de projetos. A vida corporativa numa visão ágil, onde pessoas e comunicação são sempre mais importantes.</description>
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<title>Agile Way</title>
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		<title>O empreendedor multi disciplinar</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 19:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavio Steffens de Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Empreender é uma das coisas mais bacanas que existem. É a oportunidade de não apenas fazer o que se gosta, mas também de fazer como se gosta. Sem chefes, sem prestações de contas. Mas, você já deve saber, se lê este blog há algum tempo, nem tudo são flores. O fato de um empreendedor ter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Empreender é uma das coisas mais bacanas que existem. É a oportunidade de não apenas fazer o que se gosta, mas também de fazer como se gosta. Sem chefes, sem prestações de contas.</p>
<p>Mas, você já deve saber, se lê este blog há algum tempo, nem tudo são flores.</p>
<p>O fato de um empreendedor ter que se tornar multi-disciplinar, acaba levando um grande problema.</p>
<p><span id="more-1044"></span>Vamos pensar em você.</p>
<p>Você decidiu empreender. Teve uma idéia genial, que vai revolucionar tudo como conhecemos. E decide abrir a sua empresa. Com seus valores. Do seu jeito. Bacana!</p>
<p>Você, nesse caso hipotético, é um excelente programador. Não importa a linguagem, você dá conta de tudo. Então, desenvolver essa ideia não será um problema, correto?</p>
<p>Os dias passam, e o que era maravilhoso começa a ficar complicado. Você não consegue se dedicar a programação. Porque você precisa pensar no marketing, nas vendas, nas contas a pagar, nos emails a serem respondidos, no telefone que toca, nas pessoas que convivem com você, nas outras ideias que aparecem, em como você vai viabilizar o design do seu projeto, na sua vida pessoal, na organização das suas tarefas, do seu projeto&#8230; enfim: você percebe que programar está consumindo apenas 10% do seu tempo!</p>
<p>Você percebe que se tornou um empreendedor: um empreendedor multi-disciplinar. Você precisa não apenas dominar o que você já conhece, mas também precisa administrar, organizar, vender, anunciar, ter bom gosto, se comunicar, etc. etc. etc.</p>
<p>E que isso vai impactar muito na sua vida profissional. Ora, ninguém nunca irá dominar todas as áreas que uma empresa necessita. Você sempre será excelente e bom em algo, mediano em algumas outras, e ruim em tantas outras. É assim que nós somos.</p>
<p>Só que ao empreender, você perceberá que está dedicando apenas, digamos, 10% do tempo naquilo que você domina. No caso do exemplo, você usa apenas 10% do seu tempo em programação. Nos outros 90% você estará fazendo algo que, na maioria das vezes, não gosta.</p>
<p>E isso terá impacto direto no seu negócio.</p>
<p>Eu vejo o meu caso: eu estou tendo que vender e organizar muitas coisas na empresa. Logo eu, uma pessoa que não se sente a vontade para prospectar clientes (principalmente ao telefone), e que tenho uma tendência caótica. Vou contra minha &#8220;natureza&#8221; para realizar estas tarefas.</p>
<p>Um empreendedor multi disciplinar vai conviver com isso diariamente. E vai ter a tendência de jogar o que não gosta sempre para o final da fila. Você, no fundo, sabe como é&#8230; certo?</p>
<p>O fato é que para resolver essa questão, a melhor coisa a fazer é tentar identificar o que você gosta e domina. Gosta de gerenciar? Ótimo! Gosta de ter ideias? Perfeito. Adora vender? Excelente!</p>
<p>Depois identifique o que você não gosta. Setor financeiro? Prospecção? Marketing? Administrativo? Programação?</p>
<p>Identifique suas forças e as potencialize, reduzindo o tempo que você dedica naquilo em que você não é bom. Encontre um parceiro (ou colaborador) que possa completar você nas suas fraquezas.</p>
<p>E assim, você terá cada vez mais tempo para se dedicar naquilo que você domina.</p>
<p>Este texto pode soar um tanto óbvio. Mas eu vou dizer que só me deparei com essa obviedade, após um conhecido falar a respeito. A ficha então, finalmente, caiu. E parei de ficar batendo a cabeça.</p>
<p>Espero que a reflexão o ajude também.</p>
<p>Abraços!</p>
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		<title>Empreender é se frustrar</title>
		<link>http://www.agileway.com.br/2011/11/04/empreender-e-se-frustrar/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 15:41:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavio Steffens de Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Você está com uma idéia genial? Está ansioso para deixar a vida de empregado e se tornar um empreendedor? Quer ficar milionário, sem ser dependendo da boa vontade dos seus chefes? Antes de largar tudo e se arriscar, pense bem: você está disposto a se frustrar? Eu vou dizer que também já fui como você, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você está com uma idéia genial? Está ansioso para deixar a vida de empregado e se tornar um empreendedor? Quer ficar milionário, sem ser dependendo da boa vontade dos seus chefes?</p>
<p>Antes de largar tudo e se arriscar, pense bem: você está disposto a se frustrar?</p>
<p><span id="more-1028"></span></p>
<p>Eu vou dizer que também já fui como você, cheio de entusiasmo para abrir a empresa. Achando que a minha idéia era imbatível, inigualável e que minha empresa seria diferente de tudo.</p>
<p>Ledo engano. Após 1 ano e meio, a gente olha pra trás e percebe que a vida de empreendedor foi feita mais de frustrações do que de alegrias. E isso faz parte do jogo. Muito embora poucas pessoas falem sobre isso.</p>
<p>Costumamos ler livros sobre start-ups e empreendedorismo antes de nos aventurarmos. Você já deve ter lido alguns, com certeza. E tente se lembrar de algum momento em que os livros falem das frustrações, dos erros e das falhas cometidas. Pouca coisa é dita, certo?</p>
<p>Normalmente é a história do cara que teve a idéia, trabalhou duro e dai, de forma mágica, se tornou um multimilionário. Nenhuma vírgula sobre como ele vendeu, como ele prospectou clientes, como ele lidou com as expectativas de todos envolvidos, como foi a sua vida pessoal&#8230; nada.</p>
<p>Os últimos meses foram especialmente frustrantes aqui na <a title="Woompa - Desenvolvimento para internet" href="http://www.woompa.com.br" target="_blank">Woompa</a>, pois percebemos que o <a title="Criação de sites para a construção civil" href="http://www.pixelquadrado.com.br" target="_blank">Pixel Quadrado</a>, focado na criação de sites para construtoras e incorporadoras, não teve a recepção que esperávamos. Nem o <a title="Workimage - catálogo visual para fotógrafos" href="http://www.workimage.net" target="_blank">Workimage</a>, nosso catálogo visual para fotógrafos.</p>
<p>Tudo porque achávamos que o simples fato de serem aplicativos bem-feitos e especializados, atrairiam os clientes assim que falássemos com eles. E lógico que a coisa não funcionou assim. Não bastou sermos ignorados por alguns clientes, mas alguns ainda nos trataram com um pouco de &#8220;desdém&#8221;.</p>
<p>É terrível ser rejeitado. É frustrante empreender.</p>
<p>Mas continua sendo uma coisa boa de se fazer.</p>
<p>Eu não trocaria esses momentos de frustração como empreendedor, pelos momentos de frustração como empregado.</p>
<p>Se você quer empreender, criar sua start-up e dominar o mundo, eu sugiro duas coisas a serem feitas: estude bastante os conceitos de Lean Startup e aceite a frustração, pois ela virá. Quanto mais preparado você estiver para lidar com ela, mais rápido e menos dolorido vai ser o processo de retomada.</p>
<p>Deixe os livros das startups de sucesso para serem leituras de auto-ajuda.</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>O aprendizado só vem com dor</title>
		<link>http://www.agileway.com.br/2011/08/04/o-aprendizado-so-vem-com-dor/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Aug 2011 18:30:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavio Steffens de Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando falamos em métodos ágeis, falamos em aprendizado e melhoria contínua. E normalmente falamos que os principais resultados obtidos no curto prazo, com qualquer um dos métodos ágeis (Scrum, XP, etc), é o de encontrar erros e falhar bastante. Essa costuma ser uma das principais causas para muitas pessoas desistirem de usar os métodos ágeis. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando falamos em métodos ágeis, falamos em aprendizado e melhoria contínua.</p>
<p>E normalmente falamos que os principais resultados obtidos no curto prazo, com qualquer um dos métodos ágeis (Scrum, XP, etc), é o de encontrar erros e falhar bastante.</p>
<p>Essa costuma ser uma das principais causas para muitas pessoas desistirem de usar os métodos ágeis. Elas não querem falhar. Não admitem.</p>
<p>Elas não compreendem que errar e falhar faz parte do aprendizado. Elas não querem sentir dor.</p>
<p><span id="more-1022"></span>Aqui na <a href="http://www.woompa.com.br" target="_blank">Woompa</a>, vivemos um processo de dor constante.</p>
<p>Eu lembro que antes de abrir minha empresa, li alguns livros sobre empreendedorismo. Um deles, em especial, era o &#8220;Caindo na real&#8221; (Getting Real) da empresa 37 Signals. Neste livro, os autores trazem uma série de lições que eles aprenderam no dia-a-dia, após apanharem bastante dos prazos, custos e mercado. Algumas lições remetem aos conceitos dos métodos ágeis, embora eles não citem em nenhum momento qualquer referência ao assunto.</p>
<p>Mas a gente percebe que a grande parte das lições são &#8220;óbvias&#8221;, daquelas que a gente lê e pensa &#8220;mas é óbvio que isso é assim&#8221;.</p>
<p>Porém, quando vamos para a prática, quando colocamos a cara a bater, todas essas obviedades somem. No post anterior eu citei alguns erros que nós cometemos, como mau planejamento, gold plating, falta de deadlines, entre outros. Todos são erros óbvios, que estavam descritos no livro.</p>
<p>E que eu cometi. Uma, duas, três, várias vezes.</p>
<p>Só então percebi que errar faz parte do processo. E que o aprendizado e &#8211; principalmente &#8211; a assimilação de fato deste aprendizado, só vem com a dor.</p>
<p>Foi necessário praticamente centenas de horas de trabalho e milhares de reais jogados fora, para eu assimilar estas lições.</p>
<p>Ok, é lógico que podemos analisar isso de outra ótica. Eu posso dizer o quanto nossa idéia do produto <a href="http://www.pixelquadrado.com.br" target="_blank">Pixel Quadrado</a>, amadureceu até chegar na versão atual &#8211; significamente diferente da ideia inicial.</p>
<p>Mas o fato é que passado 1 ano, nosso sistema inda não foi lançado. E não tem feedback de nenhum cliente real. Tudo que está nele é baseado em suposições que fizemos com base no mercado que conhecemos de forma um pouquinho melhor do que superficial. Lançamos um produto na versão 4.0, quando o foco deveria ter sido na versão 1.0.</p>
<p>Hoje eu já assimilei tudo isso. Nos produtos que estamos desenvolvendo agora, toda vez que penso em alguma modificação, nova funcionalidade ou algo do tipo, eu antes penso: &#8220;Mas o mercado REALMENTE precisa disso?&#8221;. É verdade. Eu faço isso mesmo. Porque é assim que eu paro pra pensar se não vou gastar mais uma centena de reais para perceber que aquilo não era lá tão importante.</p>
<p>Os métodos ágeis ajudam a gente a assimilar o conceito de aprender com a dor. Pois eles nos fazem errar mais cedo e frequentemente. Para aprendermos e melhorarmos. Nós precisamos entender que errar e falhar faz parte do processo.</p>
<p>Então se você está desenvolvendo um projeto, tenha consciência disso. Erre cedo, assimile e melhore.</p>
<p>Coloque seu produto no mercado o mais cedo possível. E aprenda com o feedback.</p>
<p>Não espere completar um ano para perceber que você não fez o óbvio.</p>
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		<title>O principal erro de uma startup</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jul 2011 14:33:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavio Steffens de Castro</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Dia-a-dia]]></category>
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		<description><![CDATA[A maioria dos meus leitores sabe que eu tenho uma startup, a Woompa. Criei minha empresa em junho de 2010 e desde então estamos trabalhando nas nossas soluções para a web. Nosso foco é no setor da construção civil. Estamos finalizando nosso produto chamado Pixel Quadrado, um conjunto de serviços para facilitar a entrada de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A maioria dos meus leitores sabe que eu tenho uma startup, a <a href="http://www.woompa.com.br" target="_blank">Woompa</a>. Criei minha empresa em junho de 2010 e desde então estamos trabalhando nas nossas soluções para a web. Nosso foco é no setor da construção civil. Estamos finalizando nosso produto chamado <a href="http://www.pixelquadrado.com.br" target="_blank">Pixel Quadrado</a>, um conjunto de serviços para facilitar a entrada de construtoras e incorporadoras na internet. Temos outros sistemas saindo do forno, em fase de desenvolvimento.</p>
<p>Passados 1 ano e 2 meses de empresa, eu olho pra trás e vejo uma sucessão de erros que cometemos. Mau planejamento, gold plating, escopo sem fim, avaliações erradas de pessoas, falta de tino para vendas, enfim. A lista seria grande.</p>
<p>Mas eu percebi que há um erro que nós cometemos e que foi imperativo para nossa atual dificuldade.</p>
<p><span id="more-1020"></span>A falta de uma deadline.</p>
<p>Durante minha estada como gerente de projetos de um grupo de pesquisas na PUCRS, uma das minhas maiores frustrações foram em vivenciar projetos sem fim, que tinham cronogramas de 2 anos, em média. Era frustrante aquela sensação de passagem dos dias e perceber que estávamos longe do final. Não havia real pressão para entrega, pois estávamos desenvolvendo algo que não tinha mercado ainda. E talvez nem tivesse.</p>
<p>Em seguida, fui gerente de projetos de uma agência digital, onde os projetos nasciam e tinham que ser entregues em média a cada 3 ou 4 meses. Com prazos apertadíssimos, como qualquer agência. Era uma loucura, uma correria, mas a sensação era excelente. Víamos o projeto nascer, se desenvolver e ser entregue.</p>
<p>Aquilo me fez jurar que jamais eu viveria novamente a sensação de viver um projeto de 1 ano.</p>
<p>Pois na Woompa, acabei vivenciando isso. De novo. E foi novamente frustrante.</p>
<p>Então, olho para trás e percebo que o motivo principal por essa demora é a falta de um deadline. E principalmente de uma pressão real para essa entrega. Uma pressão do mercado, que fizesse o conceito de deadline ficar latente e nos tirasse o sono. Nosso Pixel Quadrado não tinha clientes e nem um mercado demandando pela sua entrega. E isso nos atrasou dia após dia.</p>
<p>O que acontecia aqui na empresa era normalmente isso:</p>
<p>&#8220;Dia 05 de março temos que finalizar tudo, ok?&#8221;. Daí o dia 5 de março chega, e não temos as coisas prontas. &#8220;Ah, ok, vamos então tentar para o dia 20&#8243;. E assim se seguiu.</p>
<p>Quando o que devíamos ter feito era definir a data e então enquanto a equipe desenvolvia, eu deveria ter preparado todo o lançamento do produto, gerando expectativa no mercado. Dessa forma, geraria uma pressão interna, criaria um &#8220;cliente&#8221; que iria exigir aquele prazo. Seria uma corrida contra o tempo, mas no fim iríamos finalizar o sistema e entregá-lo. Pois é só assim que funcionamos.</p>
<p>Se não há pressão, nós tendemos a não andar pra frente, mas estagnar. É natural do ser humano, por mais que alguns não admitam.</p>
<p>Portanto, se você está criando a sua startup e está desenvolvendo o seu produto, lembre-se disso. Você só vai finalizá-lo e entregá-lo quando estiver pressionado.</p>
<p>E se essa pressão não existir, de fato, crie ela você mesmo.</p>
<p>Ou perca seu tempo e dinheiro andando em passos de tartaruga. Como eu.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Filmes sobre negócios que você deveria assistir</title>
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		<pubDate>Wed, 04 May 2011 03:55:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavio Steffens de Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fazer uma lista é sempre algo divertido e polêmico. Sempre deixamos itens de fora da lista. Para formar esta, busquei apoio de listas que existem por aí, e dei uma incrementada pessoal. Concordando ou não, acho que você vai gostar. E vi todos os filmes listados. Sugiro que você tire um tempo e veja. Vale [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.agileway.com.br/wp-content/uploads/2011/05/Untitled-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-999" title="Filmes sobre negócios que você deveria assistir - Agileway.com.b" src="http://www.agileway.com.br/wp-content/uploads/2011/05/Untitled-1.jpg" alt="" width="420" height="283" /></a></p>
<p>Fazer uma lista é sempre algo divertido e polêmico. Sempre deixamos itens de fora da lista. Para formar esta, busquei apoio de listas que existem por aí, e dei uma incrementada pessoal. Concordando ou não, acho que você vai gostar. E vi todos os filmes listados. Sugiro que você tire um tempo e veja. Vale a pena <img src='http://www.agileway.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Ah, vale ressaltar uma coisa. Essa lista não segue nenhum princípio de ordenação ou preferência. Ou seja, não quer dizer que o primeiro listado é melhor ou pior do que o último da lista.</p>
<p><span id="more-997"></span></p>
<p><strong>HORS CONCOURS</strong></p>
<p>Antes de falar de filmes, acho que é bacana mencionar uma série obrigatória para quem gosta de negociação, vendas, motivação e gestão. Sim, eu sei que você já imagina de quem estou falando: <strong>O aprendiz</strong>. A série inciou nos EUA com o Donald Trump e logo virou um sucesso tendo &#8220;filhotes&#8221; em várias partes do mundo, inclusive no Brasil. O programa aqui, tanto o comandado pelo Justus como o do João Dória, ficam um pouco aquém do americano. Porém, há de se dizer, que as temporadas de celebridades e afins tiraram o brilho da série, que virou mais um reality show do que uma competição bacana de ser assistida. De qualquer forma, não deixe de assistir! (dica: <a href="http://www.youtube.com/user/brusp" target="_blank">neste canal do Youtube</a> tem quase todas temporadas do brasileiro).</p>
<p>Mas a edição americana tem a <a href="http://www.google.com.br/images?q=ivanka+trump&amp;um=1&amp;ie=UTF-8&amp;source=univ&amp;ei=b4n_TNaMLNGpngfG_vyxCw&amp;sa=X&amp;oi=image_result_group&amp;ct=title&amp;resnum=1&amp;ved=0CDAQsAQwAA&amp;biw=1280&amp;bih=644" target="_blank">Ivanka Trump</a>, a mulher de negócios mais linda que existe (e carrasca também!).</p>
<p>Outro que merece um hors concours é a série <strong>The Office</strong>. Criada em 2005, baseada no mesmo conceito da série inglesa, ela traz o dia-a-dia de uma empresa que vende papéis, a Dudler Mifflin. Mas é uma série de comédia, escrachada. Ainda assim, traz esteriótipos clássicos de todo escritório, somado com um chefe sem noção, que não tem autoridade nenhuma (interpretado pelo Steve Carell). Eu sugiro você assistir a primeira temporada (são 6 episódios). Se gostar, siga adiante, senão aproveite esses primeiros e divirta-se.</p>
<p>INICIANDO A LISTA</p>
<p>O fato de não haver uma ordem de preferência ou de &#8220;este é melhor do que este&#8221;, me dá uma liberdade maior para falar dos filmes. Em cada eu buscarei fazer uma sinopse, mostrarei a nota media fornecida pelo site IMDB e farei meus comentários. Sim, haverá casos de filmes que eu não assisti. Mas nem por causa disso deixarei de fora da lista, pois seguirei o princípio do filme estar listado em várias listas.</p>
<p><strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt0151804/" target="_blank">Como enlouquecer o seu chefe (Office Space, 1999)</a></strong></p>
<p>Filme muito recomendado e que virou um cult recentemente, inclusive sendo utilizado em escolas de negócios. Conta o dia-a-dia de um programador de uma multinacional americana de software, tendo que lidar com a desmotivação, o estilo de gestão industrial americana (competição , produtividade, etc) e um chefe tão ruim que chega a ser engraçado. O filme é uma espécie de &#8220;Dilbert&#8221; filmado.</p>
<p>Assisti recentemente o filme, após baixá-lo na internet (não encontrei em nenhuma locadora!). É um filme divertido e engraçado, com vários insights ácidos sobre o mundo corporativo. Diria que pode ser o catalisador que você precisava para deixar o seu emprego e empreender com seus próprios ideais e princípios!</p>
<p>Nota no IMDB: 7,9 / 10</p>
<p><strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt0458352/" target="_blank">O diabo veste Prada (The devil wears Prada, 2006)</a></strong></p>
<p>Este é daqueles filmes feito para mulheres que os homens podem assistir sem problema nenhum. Porque trata do dia-a-dia de uma secretária, Andy, que não acredita em moda, mas que consegue emprego exatamente como assistente pessoal de Miranda, dona da revista mais conceituada de moda. A atuação da Meryl Streep como Miranda é algo fenomenal. Ela consegue ser a pior chefe do mundo, sem deixar de sussurrar. É uma visão bacana sobre aquela sensação de &#8220;peixe fora d&#8217;água&#8221; e de &#8220;volta por cima&#8221; que é bastante comum no dia-a-dia de trabalho.</p>
<p>Eu assisti ao filme e gostei muito. Sempre que passa na TV eu acabo assistindo, pois sempre tem algo a mais que dá para tirar de alguma cena. Normalmente relacionado &#8220;ao que não fazer&#8221;.</p>
<p>Nota do IMDB: 6,9 / 10</p>
<p><a href="http://www.imdb.com/title/tt0099316/" target="_blank"><strong>CRAZY PEOPLE &#8211; Muito loucos! (Crazy people, 1990)</strong></a></p>
<p>Talvez um dos filmes mais injustiçados das listas. Em todas que eu consultei, nenhuma citava o filme. Nem mesmo nas de &#8220;filmes de marketing&#8221;.</p>
<p>O filme conta a história do publicitário Emory (vivido pelo finado Dudley Moore) que não aguenta a pressão absurda de trabalho a ser feito, aliado à ruína da vida pessoal e tem um surto. Só que no seu surto, ele produz trabalhos de campanhas de marketing com o foco na verdade. Coisas como &#8220;Compre Volvo. Ele é quadradão, mas é bom. Prefira a segurança ao invés de ser sexy&#8221;, o que faz com que seu chefe o interne num manicômio. O problema é que todas as peças de marketing viram um sucesso. Então Emory utiliza seus novos amigos do manicômio para produzir as melhores campanhas de marketing já realizadas.</p>
<p>Se você lembrar dos três itens sobre motivação do livro &#8220;Drive&#8221;, do Daniel Pink (autonomia, aprimoramento e propósito), vai enxergá-los a todo momento neste filme.</p>
<p>Assisti ao filme ainda na década de 1990 e o achava uma comédia bem engraçada. Quando associei ele ao dia-a-dia do trabalho, encontrei um dos filmes mais bacanas sobre negócios e marketing. Gosto muito dele, e estou até hoje procurando ele em DVD&#8230;</p>
<p>Nota do IMDB:  5,4 / 10</p>
<p><a href="http://www.imdb.com/title/tt0385267/" target="_blank"><strong>Em boa companhia (In good company, 2004)</strong></a></p>
<p>Um filme bem interessante que aborda a questão do conflito das gerações. Carter é um jovem e ambicioso empregado de uma multinacional que dá uma boa ideia sobre um negócio para a empresa. Como prêmio, ele se torna diretor de uma revista de esportes, recém adquirida pela corporação. E acaba tirando o cargo de Dan, o executivo que conhece tudo e todos e que é bem mais velho. Os conflitos entre os dois são bem interessantes, além do dia-a-dia de demissões, reengenharia, vendas e negociações.</p>
<p>É outro filme do estilo &#8220;comédia romântica&#8221; mas que puxa mais para o lado de negócios. Traz uma visão legal sobre esses conflitos e todos irão se identificar com algumas situações. Bom filme.</p>
<p>Nota do IMDB: 6,8 / 10</p>
<p><a href="http://www.imdb.com/title/tt1193138/" target="_blank"><strong>Amor sem escalas (Up in the air, 2009)</strong></a></p>
<p>Filme que foi visto por muitos como uma simples comédia romântica, graças à tradução infeliz. Na verdade, o foco do filme é exatamente em apresentar o dia-a-dia do personagem do George Clooney, Ryan, um consultor que trabalha em uma empresa que faz demissões. Ele acredita muito que o ato de demitir alguém deve ser tratado com dignidade e respeito, sendo presencial. Também acredita que não devemos nos prender a lugares e pessoas, sendo independentes na vida pessoal e profissional. Isso até&#8230; ok, daí o drama começa.</p>
<p>Mas o fato é que o filme também aborda, talvez de forma mais evidente, o conflito de gerações. Ele acaba trabalhando com Natalie, uma jovem chega de ideias e promissora que insiste que as demissões podem ser feitas por uma webcam, tornando dispensáveis as viagens dos consultores.</p>
<p>Excelente o filme. Assista-o sem medo. Ele contém inclusive depoimentos de pessoas que foram demitidas e foram encorajadas, pelo diretor, a dizer tudo o que gostariam de falar aos seus chefes naquele momento da demissão. Se você é um empresário, talvez repense nos seus métodos de desligamento&#8230;</p>
<p>Nota do IMDB: 7,8 / 10</p>
<p><strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt0104348/" target="_blank">O sucesso a qualquer preço (Glengarry Glen Gross, 1992)</a></strong></p>
<p>O filme é uma crítica ao modelo americano de &#8220;dinheiro e lucro acima de tudo&#8221;, abordando o dia-a-dia de uma corretora de imóveis com vendedores caricatos, que recebem uma missão: ou aumentam as vendas e ganham os bonus, ou serão demitidos. E então demonstra as atitudes extremas que eles fazem para atingir a meta. O elenco é de primeira e as atuações são magníficas&#8230; traz Kevin Spacey, Al Pacino, Jack Lemmon, Ed Harris e Alec Baldwin, que faz uma das cenas mais famosas sobre negócios. Essa eu preciso divulgar aqui. Notem a filosofia americana (e copiada por diversas multinacionais brasileiras) no diálogo do personagem.</p>
<p><iframe width="480" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/-LhZ4jYxN_Q" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Eu assisti há pouco tempo este filme, numa grande expectativa. Me decepcionei um pouco. Espere um filme só com diálogos. Extensos. Há cenas legais, como o vendedor master (interpretado pelo Al Pacino) engambelando o cliente arrependido. Mas boa parte do filme é composta por diálogos casuais que não agregam nada. Sugestão? Assista ao filme. Mas com o controle para passar os capítulos.</p>
<p>Nota no IMDB:  7,9 / 10</p>
<p><strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt0168122/" target="_blank">Piratas do Vale do Silício (Pirates of Sillicon Valley, 1999)</a></strong></p>
<p>Este filme muito interessante traz a história da criação da Apple e da Microsoft, passando desde o início das empresas, nas garagens, até o ano de 1985. A narrativa é feita Steve Wozniak (Apple) e Steve Ballmer (MS). É muito interessante ver a transformação do Jobs, de uma pessoa &#8220;paz e amor&#8221;, para um egocêntrico genial. E o Bill Gates, de um nerd retardado em uma pessoa capaz de passar a perna na Apple. A genialidade do Wozniak e a imbecilidade do Ballmer hehe</p>
<p>Eu vi este filme apenas recentemente (doh!). E achei um dos melhores filmes sobre negócios, especialmente para quem trabalha com TI e está abrindo uma startup (como nós!). Muito bom o filme, muito boas as atuações. Você vai acabar de ver o filme e correr para o Youtube para ver todas as cenas reais de apresentações que aparecem no filme. Se não viu ainda, baixe agora!!</p>
<p>Nota no IMDB: 6,9 / 10</p>
<p><strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt0454921/" target="_blank">A procura da felicidade (The pursuit of happyness, 2006)</a></strong></p>
<p>Este filme foi bastante aclamado por ser baseado em uma história real. Conta o caso de um pai de família que é abandonado pela esposa e fica com seu filho pequeno. Vendo que não terá futuro vendendo máquinas de raio-X para médicos, ele aposta tudo num estágio não-remunerado em uma das maiores corretoras de Nova Iorque. Mas nos 6 meses em que precisa cumprir o estágio, acaba vivendo o diabo para sobreviver com seu filho. Lógico que o final é feliz, mas é daqueles filmes que ensinam que a força de vontade, atitude e persistência geralmente é que trazem os melhores resultados.</p>
<p>O filme é muito bacana e a gente até esquece que o Will Smith, conhecido pelos filmes de ação e comédia, incorpora muito bem o personagem. Vale a pena.</p>
<p>Nota no IMDB: 7,8 / 10</p>
<p><strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt0027977/" target="_blank">Tempos modernos (Modern times, 1936)</a></strong></p>
<p>Filme definitivo sobre o trabalho de linha de produção, do início do século XX.  A crítica bem humorada do Chaplin é usada até hoje em palestras até para demonstrar o funcionamento de empresas de software.  Conta a história do trabalho quando ainda as tarefas eram quase escravas e os trabalhadores não eram praticamente nada.</p>
<p>Não viu este filme ainda? Assista-o antes de todos os outros!</p>
<p>Nota no IMDB: 8,5 / 10</p>
<p><strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt0112641/" target="_blank">Cassino (Casino, 1995)</a></strong></p>
<p>Em quase todas listas sobre filmes de negócios, há os filmes de máfia. Bons companheiros, Poderoso chefão, etc. Parte-se do princípio de ter os amigos perto e os inimigos mais perto ainda. Preferi não incluí-los no clichê. Mas não podia deixar de falar do filme Cassino, de máfia com os clássicos mafiosos Robert De Niro e Joe Pesci.</p>
<p>O motivo é óbvio: o filme aborda as entranhas dos cassinos, quando começaram a virar potências em Las Vegas. E traz vários insights bacanas sobre o dia-a-dia de um negócio onde atender e fidelizar o cliente é obrigatório. Ainda mais porque o personagem do Robert De Niro é perfeccionista e não deixa passar nada.</p>
<p>Se você gosta de filmes de máfia ou apenas procura um bom filme de negócios, este é o seu filme!</p>
<p>Nota no IMDB: 8,1 / 10</p>
<p><strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt0256408/" target="_blank">Startup.com (2001)</a></strong></p>
<p>O filme Startup.com é um documentário muito legal sobre uma empresa americana chamada GovWorks. Ela acompanha dois empreendedores desde a concepção da idéia até o traumático fechamento da empresa. O enredo chega a soar meio dramático demais (em alguns momentos eu pensei se tratar de um filme mesmo). Mas é tudo realidade, documentário mesmo. Meio ao estilo &#8220;O Aprendiz&#8221; <img src='http://www.agileway.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>O bacana deste tipo de filme é enxergar onde eles erraram e acertaram. E o mais bacana ainda é ver uma empresa startup do Vale do Silício que nasceu e morreu devido à bolha da Internet: de dois funcionários para 200. E de 200 para a falência.</p>
<p>Nota IMDB: 7,0 / 10,0</p>
<p><strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt1285016/" target="_blank">A rede social (Social Network, 2010)</a></strong></p>
<p>Talvez um dos melhores filmes sobre startup&#8217;s feitos até hoje. Se você vive em outro planeta e não sabe do que se trata, o filme traz a história do Zuckerberg e o Facebook, desde a concepção da idéia (ou apropriação indevida dela) até a consolidação do sistema. Mas não é só isso, pois o que realmente atrai no filme é ver como a empresa foi construida.</p>
<p>As brigas nos tribunais com os auto-intitulados idealizadores e a traumática briga com o brasileiro Eduardo Saverin. Entenda algumas das estratégias do Zuckerberg e aplique em seus produtos.</p>
<p>NOTA IMDB: 8,1 / 10,0</p>
<p><strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt0131566/" target="_blank">Rogue Trader (1999)</a></strong></p>
<p>Filme inglês, biográfico, baseado na história de um corretor de ações chamado Nick Neeson, que levou um conceituado banco inglês à barrocada. Ele era um contador da empresa que acaba recebendo uma oportunidade de trabalhar em Singapura. Acaba fazendo um bom trabalho e surge a oportunidade de ser um dos líderes do banco para ser corretor de ações na Ásia. Após um início razoável, começa a se destacar gerando bons ganhos para a empresa. Mas ao mesmo tempo, decide abrir uma conta secreta para compensar as perdas.</p>
<p>Numa jogada arriscada, ele assume uma conta de um cliente para não perder credibilidade junto à sua empresa. E aí começa a perder dinheiro. Ao final de 1992, ele já contabilizava prejuizos de 2 milhões de dólares. Em 1995, chegou a 800 milhões. E o engraçado é que fez tudo isso durante dois anos sem que ninguém soubesse. O filme conta o que ele realizou para ocultar a fraude.</p>
<p>É um filme bem específico para quem opera com ações. Aliás, esse caso foi famoso no mundo (pelo fato de ter levado a falência o banco para o qual trabalhava). Mas em 2000 e em 2008, um japonês e um francês agiram como &#8220;rogue traders&#8221;, o que levou a um prejuízo de bilhões de dólares, cada.</p>
<p>NOTA IMDB: 6,0 / 10,0<strong><br />
</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt0094291/" target="_blank">Wall street &#8211; poder e cobiça (Wall Street, 1987)</a></strong></p>
<p>&#8220;Greed is good&#8221;, ou &#8220;A ganancia é boa&#8221;. A frase mais famosa de Michael Douglas, no papel de Gordon Gekko, é o cartão de visitas deste filme sobre a vida de um jovem corretor (Charlie Sheen) que decide jogar com um peixe grande (Douglas). Uma série de lições sobre negociação (selvagem) e a importância da informação privilegiada (no caso do mercado de ações, algo ilegal). E como o dinheiro pode contaminar e mudar uma pessoa.</p>
<p>O discurso do Michael Douglas, quando ele fala a frase &#8220;greed is good&#8221; vale a pena assistir pelo menos duas vezes <img src='http://www.agileway.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Nota IMDB: 7,3 / 10,0</p>
<p><strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt0096463/" target="_blank">Uma secretária de futuro (Working girl, 1988)</a></strong></p>
<p>Antes de mais nada, se você busca um filme para entender os anos 80, este é o filme mais caricato possível: cabelos, vestimentas, tendências, trabalho&#8230; tudo é anos 80 na veia. <img src='http://www.agileway.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>O filme conta a história de uma introvertida secretária que recebe a última chance trabalhando em uma empresa que gerencia aquisições e fusões de empresas. A esforçada secretária se identifica com sua nova chefe e faz o possível para agradá-la e surpreendê-la, numa tentativa desesperada de se destacar na empresa. Porém, uma de suas idéias, a melhor delas, acaba sendo apropriada pela sua chefe. E naquelas reviravoltas clássicas de filmes, a chefe acaba se ausentando por duas semanas, e a secretária decide se passar pela chefe, liderando a fusão sugerida por ela própria.</p>
<p>O filme tem algumas cenas bacanas e também mostra a importância da imagem que passamos aos outros. A tímida e introvertida secretária acaba se transformando em uma mulher de negócios (não infalível, mas bem realista) ao encarar os desafios. É um filme bem interessante, leve e fácil de digerir.</p>
<p>O melhor diálogo (e talvez lição) do filme se resume no diálogo entre a chefe e a secretária. Numa festa, a chefe conversa de forma simpatica com um engravatado meio panaca. Quando a secretária chega e acaba a &#8220;salvando&#8221; do mala.</p>
<p>Chefe: Argh, que panaca.<br />
Secretária: Mas você foi tão simpático com ele.<br />
Chefe: Nunca queime as pontes. Hoje, ele pode ser um corretor babaca júnior. Amanhã, poderá vir a ser um parceiro.</p>
<p>NOTA IMDB: 6,6 / 10,0</p>
<p><strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt0116695/" target="_blank">Jerry Maguire &#8211; a grande virada (Jerry Maguire, 1996)</a></strong></p>
<p>&#8220;Show me the money&#8221;, outra frase que entrou pra história do cinema, pronunciada pelo Cuba Jr. e repetida pelo Tom Cruise, em uma cena memorável e chave, no filme. Tom Cruise é um agente de esportistas de uma multinacional, que trabalha no modelo &#8220;atenda muitos clientes, ganhe muita grana&#8221;. Até que ele tem uma epifania e escreve um manifesto que vai contra tudo o que a empresa pratica: &#8220;poucos clientes, retorno sobre investimento para o atleta, relacionamento próximo&#8221;. E é despedido. Então tem seu recomeço e passa por todos os problemas que nós empreendedores passamos.</p>
<p>Do filme, o que me deixou um pouco chateado, foi que não houve maior exploração neste &#8220;manifesto&#8221; que ele escreve. Que é bem bacana, por sinal.</p>
<p>NOTA IMDB: 7,3 / 10,0<strong><br />
</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt0140352/" target="_blank">O informante (The insider, 1999)</a></strong></p>
<p>O filme é uma história real sobre um acontecimento que ocorreu em meados dos anos 90. Um produtor do programa &#8220;60 minutes&#8221; da rede de tv CBS recebe um pacote com documentos sobre algumas fraudes da indústria do tabaco. Para auxiliá-lo a desvendar esse caso, ele contata um ex-vice-presidente de uma das empresas de tabaco para ser o seu &#8220;informante&#8221;. O filme é longo (quase 3 horas), mas é bastante tenso e mostra o poder que a indústria do tabaco exerce nos setores chave da sociedade: políticos, juristas, mídia. Tudo acaba convergindo ao poder da indústria.</p>
<p>Um bom filme, no qual não é necessário ficar prestando MUITA atenção para encaixar as peças.</p>
<p>NOTA IMDB: 8,0 / 10,0<strong><br />
</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt0195685/" target="_blank">Erin Brokovich &#8211; Uma mulher de talento (Erin Brokovich, 2000)</a></strong></p>
<p>Julia Roberts é daquelas atrizes que conseguem orbitar em filmes românticos, dramáticos e comédias com a mesma desenvoltura. Neste bom filme, ela é uma mãe de família que decide fazer justiça contra uma empresa que contamina o lençol freático de uma pequena cidade do interior americano, e junto com um advogado meia-boca, conseguem transformar o que era para ser um caso perdido, em uma das maiores ações ganhas na justiça de todos os tempos.</p>
<p>O fato da personagem ser uma pessoa sem MBA e conhecimentos técnicos, torna o filme bem interessante, principalmente no momento em que eles lidam com outro escritório especializado que decide &#8220;assumir&#8221; o caso. É o filme que mostra a importância dos relacionamentos próximos com as pessoas e também da diferença entre a teoria e a prática.</p>
<p>NOTA IMDB: 7,2 / 10,0<strong><br />
</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt1285309/" target="_blank">Que família é esta? (The Joneses, 2009)</a></strong></p>
<p>Fox Mulder, ops, digo, David Duchovny é o pai de uma família perfeita. Casado com a sempre espetacular Demi Moore e tendo dois filhos exemplares, entre eles a estonteante Amanda Beard, eles se mudam para um bairro rico americano e acabam mudando a rotina das pessoas do local.</p>
<p>A familia perfeita? Não. Tudo é um jogo de cena de uma empresa de marketing. Cada um dos familiares (que na verdade são vendedores se passando por familia) tem como missão inserir na vida das pessoas, diversos produtos de empresas parceiras.</p>
<p><iframe width="480" height="303" src="http://www.youtube.com/embed/YWZJ1OPG6gs" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O filme é bem legal, bem legal mesmo. E escancara como muitas pessoas utilizam de algumas práticas para nos influenciar e nos fazer comprar produtos, sem que nós ao menos percebamos.</p>
<p>NOTA IMDB: 6,6 / 10,0<strong><br />
</strong></p>
<p><strong><strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt0181984/" target="_blank">O primeiro milhão (Boiler room, 2000)</a></strong></strong></p>
<p>O personagem do filme, Seth Davies, é um rapaz nos seus 20 e poucos anos. Ele vive com problemas com seu pai (um respeitado e sissudo magistrado) e por conta disso é um frustrado. Mas não deixa de ser um empreendedor. Na sua casa, comanda um cassino que lhe rende alguns milhares de dolares por mês.</p>
<p>Até que ele é apresentado a um corretor de ações que lhe convida para trabalhar como estagiário dele em uma nova corretora.</p>
<p>E vemos a transformação de um tímido e introvertido personagem, seduzido pela promessa de se tornar milionário em um ano. E em um vendedor selvagem e sem escrúpulos.</p>
<p>Até acontecerem as reviravoltas, como todo o filme.</p>
<p>NOTA IMDB: 6,9 / 10,0</p>
<p><strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt0379225/" target="_blank">A corporação (The corporation, 2003)</a></strong></p>
<p>Este filme é um documentário em formato de dossiê que aborda uma série de casos que demonstram o poder das &#8220;corporações&#8221; sobre a sociedade. Inclusive há um caso bem similar ao relatado no filme &#8220;O informante&#8221;. Numa das melhores passagens do documentário, atente para o caso da Nike: o quanto eles gastam para produzir suas roupas nos paises subdesenvolvidos e a quanto eles vendem&#8230;</p>
<p>Mas já aviso, não procure levar MUITO a sério. Ele é bastante tendencioso, meio estilo Michael Moore. Ainda assim, é obrigatório.</p>
<p>NOTA IMDB: 8,2 / 10</p>
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