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	<title>Agile Way &#187; Cases</title>
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	<description>Pensamentos, artigos e as lições aprendidas de um gerente de projetos. A vida corporativa numa visão ágil, onde pessoas e comunicação são sempre mais importantes.</description>
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<title>Agile Way</title>
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		<title>O aprendizado só vem com dor</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Aug 2011 18:30:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavio Steffens de Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando falamos em métodos ágeis, falamos em aprendizado e melhoria contínua. E normalmente falamos que os principais resultados obtidos no curto prazo, com qualquer um dos métodos ágeis (Scrum, XP, etc), é o de encontrar erros e falhar bastante. Essa costuma ser uma das principais causas para muitas pessoas desistirem de usar os métodos ágeis. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando falamos em métodos ágeis, falamos em aprendizado e melhoria contínua.</p>
<p>E normalmente falamos que os principais resultados obtidos no curto prazo, com qualquer um dos métodos ágeis (Scrum, XP, etc), é o de encontrar erros e falhar bastante.</p>
<p>Essa costuma ser uma das principais causas para muitas pessoas desistirem de usar os métodos ágeis. Elas não querem falhar. Não admitem.</p>
<p>Elas não compreendem que errar e falhar faz parte do aprendizado. Elas não querem sentir dor.</p>
<p><span id="more-1022"></span>Aqui na <a href="http://www.woompa.com.br" target="_blank">Woompa</a>, vivemos um processo de dor constante.</p>
<p>Eu lembro que antes de abrir minha empresa, li alguns livros sobre empreendedorismo. Um deles, em especial, era o &#8220;Caindo na real&#8221; (Getting Real) da empresa 37 Signals. Neste livro, os autores trazem uma série de lições que eles aprenderam no dia-a-dia, após apanharem bastante dos prazos, custos e mercado. Algumas lições remetem aos conceitos dos métodos ágeis, embora eles não citem em nenhum momento qualquer referência ao assunto.</p>
<p>Mas a gente percebe que a grande parte das lições são &#8220;óbvias&#8221;, daquelas que a gente lê e pensa &#8220;mas é óbvio que isso é assim&#8221;.</p>
<p>Porém, quando vamos para a prática, quando colocamos a cara a bater, todas essas obviedades somem. No post anterior eu citei alguns erros que nós cometemos, como mau planejamento, gold plating, falta de deadlines, entre outros. Todos são erros óbvios, que estavam descritos no livro.</p>
<p>E que eu cometi. Uma, duas, três, várias vezes.</p>
<p>Só então percebi que errar faz parte do processo. E que o aprendizado e &#8211; principalmente &#8211; a assimilação de fato deste aprendizado, só vem com a dor.</p>
<p>Foi necessário praticamente centenas de horas de trabalho e milhares de reais jogados fora, para eu assimilar estas lições.</p>
<p>Ok, é lógico que podemos analisar isso de outra ótica. Eu posso dizer o quanto nossa idéia do produto <a href="http://www.pixelquadrado.com.br" target="_blank">Pixel Quadrado</a>, amadureceu até chegar na versão atual &#8211; significamente diferente da ideia inicial.</p>
<p>Mas o fato é que passado 1 ano, nosso sistema inda não foi lançado. E não tem feedback de nenhum cliente real. Tudo que está nele é baseado em suposições que fizemos com base no mercado que conhecemos de forma um pouquinho melhor do que superficial. Lançamos um produto na versão 4.0, quando o foco deveria ter sido na versão 1.0.</p>
<p>Hoje eu já assimilei tudo isso. Nos produtos que estamos desenvolvendo agora, toda vez que penso em alguma modificação, nova funcionalidade ou algo do tipo, eu antes penso: &#8220;Mas o mercado REALMENTE precisa disso?&#8221;. É verdade. Eu faço isso mesmo. Porque é assim que eu paro pra pensar se não vou gastar mais uma centena de reais para perceber que aquilo não era lá tão importante.</p>
<p>Os métodos ágeis ajudam a gente a assimilar o conceito de aprender com a dor. Pois eles nos fazem errar mais cedo e frequentemente. Para aprendermos e melhorarmos. Nós precisamos entender que errar e falhar faz parte do processo.</p>
<p>Então se você está desenvolvendo um projeto, tenha consciência disso. Erre cedo, assimile e melhore.</p>
<p>Coloque seu produto no mercado o mais cedo possível. E aprenda com o feedback.</p>
<p>Não espere completar um ano para perceber que você não fez o óbvio.</p>
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		<title>Não seja técnico, seja vendedor</title>
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		<pubDate>Sat, 07 May 2011 14:08:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavio Steffens de Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cases]]></category>
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		<description><![CDATA[Recentemente li uma reportagem que falava do retorno do Larry Page para ser CEO do Google. Lá pelas tantas, a reportagem comentava uma das principais diferenças entre o Google e a Apple: a empresa de busca tem em sua essência basicamente a busca incessante por dados. Todas as decisões são baseadas de forma maníaca em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente li uma reportagem que falava do retorno do Larry Page para ser CEO do Google. Lá pelas tantas, a reportagem comentava uma das principais diferenças entre o Google e a Apple: a empresa de busca tem em sua essência basicamente a busca incessante por dados. Todas as decisões são baseadas de forma maníaca em dados. E isso pode ser visto pelo fato da empresa possuir mais engenheiros do designers. Essa discrepância é apresentada na falta de criatividade que o Google tem passado nos últimos anos. O que é exatamente o inverso do que acontece na Apple, onde os designers são muito mais valorizados.</p>
<p>A diferença entre o foco na criatividade entre as duas empresas pode ser vista na forma como ambas vendem seus serviços. Não é a toa que a Apple tem uma legião de fãs ávidos pelo mundo.</p>
<p>Essa comparação introdutória é apenas uma analogia para repensarmos uma das áreas mais importantes de qualquer empresa: as vendas.</p>
<p><span id="more-1006"></span></p>
<p>Eric Ries, em suas palestras sobre Lean Startups, fala da experiência que teve na sua primeira empresa. Eles juntaram os melhores programadores (engenheiros) numa sala, gastaram milhões e desenvolveram um dos produtos mais bacanas que existia na época. Só havia um detalhe: ninguém queria usá-lo. Eles não conseguiram vender o produto para praticamente ninguém, e a empresa acabou quebrando.</p>
<p>É incrível como este tipo de situação acontece de forma recorrente nas empresas do mundo todo, mas creio que seja ainda mais visível em empresas de tecnologia. E a explicação é bem simples: quem trabalha com tecnologia compreende o abstrato, ou seja, entende o comportamento de um sistema, um programa ou uma funcionalidade. Para nós, é muito simples pensar que &#8220;nosso produto é 50 vezes mais rápido do que o produto concorrente&#8221;. </p>
<p>Mas e o nosso cliente? Será que entende a mesma linguagem?</p>
<p>Eu diria que em 90% dos casos não. Até porque a maioria das empresas busca oferecer soluções para setores que não tem a tecnologia como seu forte.</p>
<p>Eu vivenciei e percebi isso em dois momentos neste último mês. </p>
<p>Recentemente fomos a uma empresa vender um website, eu e o colega que havia recomendado o cliente. Cheguei no cliente com o discurso pronto: falaria de layout, funcionalidades, processo de trabalho, e tudo mais. Foi eu começar a falar e vi aquele enorme ponto de interrogação na cabeça do cliente. Então o meu colega usou uma analogia simples, fazendo referência ao processo de construção de uma casa. E o cliente assimilou rapidamente.</p>
<p>Nessa semana, ainda, conversava com um amigo sobre o produto que estamos desenvolvendo. Ele me sugeriu de tentar explicar o sistema em 20 segundos, que é o tempo médio que temos para tentar vender e explicar o sistema a um cliente. Não consegui. Me perdi nos termos técnicos, na usabilidade e em fatores que qualificam o nosso produto, mas que não dizem nada para um cliente que não conhece tecnologia.</p>
<p>Foi a prova de que eu estou longe de ser um bom vendedor. Por que, mesmo nunca tendo sido exatamente um técnico (sempre odiei programação), ainda assim puxo o assunto para este lado.</p>
<p>A explicação disso é fácil de assimilar: estamos, eu e o Marcus, há praticamente 1 ano desenvolvendo o sistema. Discutimos diariamente as minúcias e os algorítmos que precisam ser criados. Ficamos praticamente só falando de &#8220;qualidade&#8221;, &#8220;layout&#8221;, &#8220;usabilidade&#8221; e &#8220;velocidade&#8221;. Até mesmo quando falamos sobre como iremos vender o produto, citamos esses &#8220;fatores&#8221; como sendo cruciais para a venda. Lógico, para nós, eles são. Mas e para os clientes que não são familiarizados com tecnologia?</p>
<p>Nós temos dificuldade em abstrair os conceitos técnicos. Pois como somos pais daquela criação que nos consumiu tanto tempo, resumir o que fazemos em uma linguagem coloquial, como &#8220;fazer páginas na internet&#8221; soa algo até ofensivo, como se fossemos daqueles sobrinhos da informática que realmente &#8220;fazem páginas na internet&#8221;. </p>
<p>Mas e se for exatamente isso que o cliente quer ouvir? E se isso for a forma de tornar concreto o que fazemos aos nossos clientes? Não vale a pena?</p>
<p>É difícil ser técnico e vendedor. Mas basta treinar. Conversar com pessoas que não são familiarizadas com tecnologia e tentar explicar, em 20 segundos, o que você faz e como você irá resolver o problema do seu cliente. Se você conseguir fazer estas pessoas entenderem, você está no caminho certo.</p>
<p>Em tempo: aquele amigo para quem eu falei do produto, pediu a palavra e tentou ELE explicar o meu produto. Em 20 segundos falando de algo que ele nem conhecia a fundo.</p>
<p>Eu compraria dele.</p>
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		<title>Filmes sobre negócios que você deveria assistir</title>
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		<pubDate>Wed, 04 May 2011 03:55:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavio Steffens de Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fazer uma lista é sempre algo divertido e polêmico. Sempre deixamos itens de fora da lista. Para formar esta, busquei apoio de listas que existem por aí, e dei uma incrementada pessoal. Concordando ou não, acho que você vai gostar. E vi todos os filmes listados. Sugiro que você tire um tempo e veja. Vale [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.agileway.com.br/wp-content/uploads/2011/05/Untitled-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-999" title="Filmes sobre negócios que você deveria assistir - Agileway.com.b" src="http://www.agileway.com.br/wp-content/uploads/2011/05/Untitled-1.jpg" alt="" width="420" height="283" /></a></p>
<p>Fazer uma lista é sempre algo divertido e polêmico. Sempre deixamos itens de fora da lista. Para formar esta, busquei apoio de listas que existem por aí, e dei uma incrementada pessoal. Concordando ou não, acho que você vai gostar. E vi todos os filmes listados. Sugiro que você tire um tempo e veja. Vale a pena <img src='http://www.agileway.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Ah, vale ressaltar uma coisa. Essa lista não segue nenhum princípio de ordenação ou preferência. Ou seja, não quer dizer que o primeiro listado é melhor ou pior do que o último da lista.</p>
<p><span id="more-997"></span></p>
<p><strong>HORS CONCOURS</strong></p>
<p>Antes de falar de filmes, acho que é bacana mencionar uma série obrigatória para quem gosta de negociação, vendas, motivação e gestão. Sim, eu sei que você já imagina de quem estou falando: <strong>O aprendiz</strong>. A série inciou nos EUA com o Donald Trump e logo virou um sucesso tendo &#8220;filhotes&#8221; em várias partes do mundo, inclusive no Brasil. O programa aqui, tanto o comandado pelo Justus como o do João Dória, ficam um pouco aquém do americano. Porém, há de se dizer, que as temporadas de celebridades e afins tiraram o brilho da série, que virou mais um reality show do que uma competição bacana de ser assistida. De qualquer forma, não deixe de assistir! (dica: <a href="http://www.youtube.com/user/brusp" target="_blank">neste canal do Youtube</a> tem quase todas temporadas do brasileiro).</p>
<p>Mas a edição americana tem a <a href="http://www.google.com.br/images?q=ivanka+trump&amp;um=1&amp;ie=UTF-8&amp;source=univ&amp;ei=b4n_TNaMLNGpngfG_vyxCw&amp;sa=X&amp;oi=image_result_group&amp;ct=title&amp;resnum=1&amp;ved=0CDAQsAQwAA&amp;biw=1280&amp;bih=644" target="_blank">Ivanka Trump</a>, a mulher de negócios mais linda que existe (e carrasca também!).</p>
<p>Outro que merece um hors concours é a série <strong>The Office</strong>. Criada em 2005, baseada no mesmo conceito da série inglesa, ela traz o dia-a-dia de uma empresa que vende papéis, a Dudler Mifflin. Mas é uma série de comédia, escrachada. Ainda assim, traz esteriótipos clássicos de todo escritório, somado com um chefe sem noção, que não tem autoridade nenhuma (interpretado pelo Steve Carell). Eu sugiro você assistir a primeira temporada (são 6 episódios). Se gostar, siga adiante, senão aproveite esses primeiros e divirta-se.</p>
<p>INICIANDO A LISTA</p>
<p>O fato de não haver uma ordem de preferência ou de &#8220;este é melhor do que este&#8221;, me dá uma liberdade maior para falar dos filmes. Em cada eu buscarei fazer uma sinopse, mostrarei a nota media fornecida pelo site IMDB e farei meus comentários. Sim, haverá casos de filmes que eu não assisti. Mas nem por causa disso deixarei de fora da lista, pois seguirei o princípio do filme estar listado em várias listas.</p>
<p><strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt0151804/" target="_blank">Como enlouquecer o seu chefe (Office Space, 1999)</a></strong></p>
<p>Filme muito recomendado e que virou um cult recentemente, inclusive sendo utilizado em escolas de negócios. Conta o dia-a-dia de um programador de uma multinacional americana de software, tendo que lidar com a desmotivação, o estilo de gestão industrial americana (competição , produtividade, etc) e um chefe tão ruim que chega a ser engraçado. O filme é uma espécie de &#8220;Dilbert&#8221; filmado.</p>
<p>Assisti recentemente o filme, após baixá-lo na internet (não encontrei em nenhuma locadora!). É um filme divertido e engraçado, com vários insights ácidos sobre o mundo corporativo. Diria que pode ser o catalisador que você precisava para deixar o seu emprego e empreender com seus próprios ideais e princípios!</p>
<p>Nota no IMDB: 7,9 / 10</p>
<p><strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt0458352/" target="_blank">O diabo veste Prada (The devil wears Prada, 2006)</a></strong></p>
<p>Este é daqueles filmes feito para mulheres que os homens podem assistir sem problema nenhum. Porque trata do dia-a-dia de uma secretária, Andy, que não acredita em moda, mas que consegue emprego exatamente como assistente pessoal de Miranda, dona da revista mais conceituada de moda. A atuação da Meryl Streep como Miranda é algo fenomenal. Ela consegue ser a pior chefe do mundo, sem deixar de sussurrar. É uma visão bacana sobre aquela sensação de &#8220;peixe fora d&#8217;água&#8221; e de &#8220;volta por cima&#8221; que é bastante comum no dia-a-dia de trabalho.</p>
<p>Eu assisti ao filme e gostei muito. Sempre que passa na TV eu acabo assistindo, pois sempre tem algo a mais que dá para tirar de alguma cena. Normalmente relacionado &#8220;ao que não fazer&#8221;.</p>
<p>Nota do IMDB: 6,9 / 10</p>
<p><a href="http://www.imdb.com/title/tt0099316/" target="_blank"><strong>CRAZY PEOPLE &#8211; Muito loucos! (Crazy people, 1990)</strong></a></p>
<p>Talvez um dos filmes mais injustiçados das listas. Em todas que eu consultei, nenhuma citava o filme. Nem mesmo nas de &#8220;filmes de marketing&#8221;.</p>
<p>O filme conta a história do publicitário Emory (vivido pelo finado Dudley Moore) que não aguenta a pressão absurda de trabalho a ser feito, aliado à ruína da vida pessoal e tem um surto. Só que no seu surto, ele produz trabalhos de campanhas de marketing com o foco na verdade. Coisas como &#8220;Compre Volvo. Ele é quadradão, mas é bom. Prefira a segurança ao invés de ser sexy&#8221;, o que faz com que seu chefe o interne num manicômio. O problema é que todas as peças de marketing viram um sucesso. Então Emory utiliza seus novos amigos do manicômio para produzir as melhores campanhas de marketing já realizadas.</p>
<p>Se você lembrar dos três itens sobre motivação do livro &#8220;Drive&#8221;, do Daniel Pink (autonomia, aprimoramento e propósito), vai enxergá-los a todo momento neste filme.</p>
<p>Assisti ao filme ainda na década de 1990 e o achava uma comédia bem engraçada. Quando associei ele ao dia-a-dia do trabalho, encontrei um dos filmes mais bacanas sobre negócios e marketing. Gosto muito dele, e estou até hoje procurando ele em DVD&#8230;</p>
<p>Nota do IMDB:  5,4 / 10</p>
<p><a href="http://www.imdb.com/title/tt0385267/" target="_blank"><strong>Em boa companhia (In good company, 2004)</strong></a></p>
<p>Um filme bem interessante que aborda a questão do conflito das gerações. Carter é um jovem e ambicioso empregado de uma multinacional que dá uma boa ideia sobre um negócio para a empresa. Como prêmio, ele se torna diretor de uma revista de esportes, recém adquirida pela corporação. E acaba tirando o cargo de Dan, o executivo que conhece tudo e todos e que é bem mais velho. Os conflitos entre os dois são bem interessantes, além do dia-a-dia de demissões, reengenharia, vendas e negociações.</p>
<p>É outro filme do estilo &#8220;comédia romântica&#8221; mas que puxa mais para o lado de negócios. Traz uma visão legal sobre esses conflitos e todos irão se identificar com algumas situações. Bom filme.</p>
<p>Nota do IMDB: 6,8 / 10</p>
<p><a href="http://www.imdb.com/title/tt1193138/" target="_blank"><strong>Amor sem escalas (Up in the air, 2009)</strong></a></p>
<p>Filme que foi visto por muitos como uma simples comédia romântica, graças à tradução infeliz. Na verdade, o foco do filme é exatamente em apresentar o dia-a-dia do personagem do George Clooney, Ryan, um consultor que trabalha em uma empresa que faz demissões. Ele acredita muito que o ato de demitir alguém deve ser tratado com dignidade e respeito, sendo presencial. Também acredita que não devemos nos prender a lugares e pessoas, sendo independentes na vida pessoal e profissional. Isso até&#8230; ok, daí o drama começa.</p>
<p>Mas o fato é que o filme também aborda, talvez de forma mais evidente, o conflito de gerações. Ele acaba trabalhando com Natalie, uma jovem chega de ideias e promissora que insiste que as demissões podem ser feitas por uma webcam, tornando dispensáveis as viagens dos consultores.</p>
<p>Excelente o filme. Assista-o sem medo. Ele contém inclusive depoimentos de pessoas que foram demitidas e foram encorajadas, pelo diretor, a dizer tudo o que gostariam de falar aos seus chefes naquele momento da demissão. Se você é um empresário, talvez repense nos seus métodos de desligamento&#8230;</p>
<p>Nota do IMDB: 7,8 / 10</p>
<p><strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt0104348/" target="_blank">O sucesso a qualquer preço (Glengarry Glen Gross, 1992)</a></strong></p>
<p>O filme é uma crítica ao modelo americano de &#8220;dinheiro e lucro acima de tudo&#8221;, abordando o dia-a-dia de uma corretora de imóveis com vendedores caricatos, que recebem uma missão: ou aumentam as vendas e ganham os bonus, ou serão demitidos. E então demonstra as atitudes extremas que eles fazem para atingir a meta. O elenco é de primeira e as atuações são magníficas&#8230; traz Kevin Spacey, Al Pacino, Jack Lemmon, Ed Harris e Alec Baldwin, que faz uma das cenas mais famosas sobre negócios. Essa eu preciso divulgar aqui. Notem a filosofia americana (e copiada por diversas multinacionais brasileiras) no diálogo do personagem.</p>
<p><iframe width="480" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/-LhZ4jYxN_Q" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Eu assisti há pouco tempo este filme, numa grande expectativa. Me decepcionei um pouco. Espere um filme só com diálogos. Extensos. Há cenas legais, como o vendedor master (interpretado pelo Al Pacino) engambelando o cliente arrependido. Mas boa parte do filme é composta por diálogos casuais que não agregam nada. Sugestão? Assista ao filme. Mas com o controle para passar os capítulos.</p>
<p>Nota no IMDB:  7,9 / 10</p>
<p><strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt0168122/" target="_blank">Piratas do Vale do Silício (Pirates of Sillicon Valley, 1999)</a></strong></p>
<p>Este filme muito interessante traz a história da criação da Apple e da Microsoft, passando desde o início das empresas, nas garagens, até o ano de 1985. A narrativa é feita Steve Wozniak (Apple) e Steve Ballmer (MS). É muito interessante ver a transformação do Jobs, de uma pessoa &#8220;paz e amor&#8221;, para um egocêntrico genial. E o Bill Gates, de um nerd retardado em uma pessoa capaz de passar a perna na Apple. A genialidade do Wozniak e a imbecilidade do Ballmer hehe</p>
<p>Eu vi este filme apenas recentemente (doh!). E achei um dos melhores filmes sobre negócios, especialmente para quem trabalha com TI e está abrindo uma startup (como nós!). Muito bom o filme, muito boas as atuações. Você vai acabar de ver o filme e correr para o Youtube para ver todas as cenas reais de apresentações que aparecem no filme. Se não viu ainda, baixe agora!!</p>
<p>Nota no IMDB: 6,9 / 10</p>
<p><strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt0454921/" target="_blank">A procura da felicidade (The pursuit of happyness, 2006)</a></strong></p>
<p>Este filme foi bastante aclamado por ser baseado em uma história real. Conta o caso de um pai de família que é abandonado pela esposa e fica com seu filho pequeno. Vendo que não terá futuro vendendo máquinas de raio-X para médicos, ele aposta tudo num estágio não-remunerado em uma das maiores corretoras de Nova Iorque. Mas nos 6 meses em que precisa cumprir o estágio, acaba vivendo o diabo para sobreviver com seu filho. Lógico que o final é feliz, mas é daqueles filmes que ensinam que a força de vontade, atitude e persistência geralmente é que trazem os melhores resultados.</p>
<p>O filme é muito bacana e a gente até esquece que o Will Smith, conhecido pelos filmes de ação e comédia, incorpora muito bem o personagem. Vale a pena.</p>
<p>Nota no IMDB: 7,8 / 10</p>
<p><strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt0027977/" target="_blank">Tempos modernos (Modern times, 1936)</a></strong></p>
<p>Filme definitivo sobre o trabalho de linha de produção, do início do século XX.  A crítica bem humorada do Chaplin é usada até hoje em palestras até para demonstrar o funcionamento de empresas de software.  Conta a história do trabalho quando ainda as tarefas eram quase escravas e os trabalhadores não eram praticamente nada.</p>
<p>Não viu este filme ainda? Assista-o antes de todos os outros!</p>
<p>Nota no IMDB: 8,5 / 10</p>
<p><strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt0112641/" target="_blank">Cassino (Casino, 1995)</a></strong></p>
<p>Em quase todas listas sobre filmes de negócios, há os filmes de máfia. Bons companheiros, Poderoso chefão, etc. Parte-se do princípio de ter os amigos perto e os inimigos mais perto ainda. Preferi não incluí-los no clichê. Mas não podia deixar de falar do filme Cassino, de máfia com os clássicos mafiosos Robert De Niro e Joe Pesci.</p>
<p>O motivo é óbvio: o filme aborda as entranhas dos cassinos, quando começaram a virar potências em Las Vegas. E traz vários insights bacanas sobre o dia-a-dia de um negócio onde atender e fidelizar o cliente é obrigatório. Ainda mais porque o personagem do Robert De Niro é perfeccionista e não deixa passar nada.</p>
<p>Se você gosta de filmes de máfia ou apenas procura um bom filme de negócios, este é o seu filme!</p>
<p>Nota no IMDB: 8,1 / 10</p>
<p><strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt0256408/" target="_blank">Startup.com (2001)</a></strong></p>
<p>O filme Startup.com é um documentário muito legal sobre uma empresa americana chamada GovWorks. Ela acompanha dois empreendedores desde a concepção da idéia até o traumático fechamento da empresa. O enredo chega a soar meio dramático demais (em alguns momentos eu pensei se tratar de um filme mesmo). Mas é tudo realidade, documentário mesmo. Meio ao estilo &#8220;O Aprendiz&#8221; <img src='http://www.agileway.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>O bacana deste tipo de filme é enxergar onde eles erraram e acertaram. E o mais bacana ainda é ver uma empresa startup do Vale do Silício que nasceu e morreu devido à bolha da Internet: de dois funcionários para 200. E de 200 para a falência.</p>
<p>Nota IMDB: 7,0 / 10,0</p>
<p><strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt1285016/" target="_blank">A rede social (Social Network, 2010)</a></strong></p>
<p>Talvez um dos melhores filmes sobre startup&#8217;s feitos até hoje. Se você vive em outro planeta e não sabe do que se trata, o filme traz a história do Zuckerberg e o Facebook, desde a concepção da idéia (ou apropriação indevida dela) até a consolidação do sistema. Mas não é só isso, pois o que realmente atrai no filme é ver como a empresa foi construida.</p>
<p>As brigas nos tribunais com os auto-intitulados idealizadores e a traumática briga com o brasileiro Eduardo Saverin. Entenda algumas das estratégias do Zuckerberg e aplique em seus produtos.</p>
<p>NOTA IMDB: 8,1 / 10,0</p>
<p><strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt0131566/" target="_blank">Rogue Trader (1999)</a></strong></p>
<p>Filme inglês, biográfico, baseado na história de um corretor de ações chamado Nick Neeson, que levou um conceituado banco inglês à barrocada. Ele era um contador da empresa que acaba recebendo uma oportunidade de trabalhar em Singapura. Acaba fazendo um bom trabalho e surge a oportunidade de ser um dos líderes do banco para ser corretor de ações na Ásia. Após um início razoável, começa a se destacar gerando bons ganhos para a empresa. Mas ao mesmo tempo, decide abrir uma conta secreta para compensar as perdas.</p>
<p>Numa jogada arriscada, ele assume uma conta de um cliente para não perder credibilidade junto à sua empresa. E aí começa a perder dinheiro. Ao final de 1992, ele já contabilizava prejuizos de 2 milhões de dólares. Em 1995, chegou a 800 milhões. E o engraçado é que fez tudo isso durante dois anos sem que ninguém soubesse. O filme conta o que ele realizou para ocultar a fraude.</p>
<p>É um filme bem específico para quem opera com ações. Aliás, esse caso foi famoso no mundo (pelo fato de ter levado a falência o banco para o qual trabalhava). Mas em 2000 e em 2008, um japonês e um francês agiram como &#8220;rogue traders&#8221;, o que levou a um prejuízo de bilhões de dólares, cada.</p>
<p>NOTA IMDB: 6,0 / 10,0<strong><br />
</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt0094291/" target="_blank">Wall street &#8211; poder e cobiça (Wall Street, 1987)</a></strong></p>
<p>&#8220;Greed is good&#8221;, ou &#8220;A ganancia é boa&#8221;. A frase mais famosa de Michael Douglas, no papel de Gordon Gekko, é o cartão de visitas deste filme sobre a vida de um jovem corretor (Charlie Sheen) que decide jogar com um peixe grande (Douglas). Uma série de lições sobre negociação (selvagem) e a importância da informação privilegiada (no caso do mercado de ações, algo ilegal). E como o dinheiro pode contaminar e mudar uma pessoa.</p>
<p>O discurso do Michael Douglas, quando ele fala a frase &#8220;greed is good&#8221; vale a pena assistir pelo menos duas vezes <img src='http://www.agileway.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Nota IMDB: 7,3 / 10,0</p>
<p><strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt0096463/" target="_blank">Uma secretária de futuro (Working girl, 1988)</a></strong></p>
<p>Antes de mais nada, se você busca um filme para entender os anos 80, este é o filme mais caricato possível: cabelos, vestimentas, tendências, trabalho&#8230; tudo é anos 80 na veia. <img src='http://www.agileway.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>O filme conta a história de uma introvertida secretária que recebe a última chance trabalhando em uma empresa que gerencia aquisições e fusões de empresas. A esforçada secretária se identifica com sua nova chefe e faz o possível para agradá-la e surpreendê-la, numa tentativa desesperada de se destacar na empresa. Porém, uma de suas idéias, a melhor delas, acaba sendo apropriada pela sua chefe. E naquelas reviravoltas clássicas de filmes, a chefe acaba se ausentando por duas semanas, e a secretária decide se passar pela chefe, liderando a fusão sugerida por ela própria.</p>
<p>O filme tem algumas cenas bacanas e também mostra a importância da imagem que passamos aos outros. A tímida e introvertida secretária acaba se transformando em uma mulher de negócios (não infalível, mas bem realista) ao encarar os desafios. É um filme bem interessante, leve e fácil de digerir.</p>
<p>O melhor diálogo (e talvez lição) do filme se resume no diálogo entre a chefe e a secretária. Numa festa, a chefe conversa de forma simpatica com um engravatado meio panaca. Quando a secretária chega e acaba a &#8220;salvando&#8221; do mala.</p>
<p>Chefe: Argh, que panaca.<br />
Secretária: Mas você foi tão simpático com ele.<br />
Chefe: Nunca queime as pontes. Hoje, ele pode ser um corretor babaca júnior. Amanhã, poderá vir a ser um parceiro.</p>
<p>NOTA IMDB: 6,6 / 10,0</p>
<p><strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt0116695/" target="_blank">Jerry Maguire &#8211; a grande virada (Jerry Maguire, 1996)</a></strong></p>
<p>&#8220;Show me the money&#8221;, outra frase que entrou pra história do cinema, pronunciada pelo Cuba Jr. e repetida pelo Tom Cruise, em uma cena memorável e chave, no filme. Tom Cruise é um agente de esportistas de uma multinacional, que trabalha no modelo &#8220;atenda muitos clientes, ganhe muita grana&#8221;. Até que ele tem uma epifania e escreve um manifesto que vai contra tudo o que a empresa pratica: &#8220;poucos clientes, retorno sobre investimento para o atleta, relacionamento próximo&#8221;. E é despedido. Então tem seu recomeço e passa por todos os problemas que nós empreendedores passamos.</p>
<p>Do filme, o que me deixou um pouco chateado, foi que não houve maior exploração neste &#8220;manifesto&#8221; que ele escreve. Que é bem bacana, por sinal.</p>
<p>NOTA IMDB: 7,3 / 10,0<strong><br />
</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt0140352/" target="_blank">O informante (The insider, 1999)</a></strong></p>
<p>O filme é uma história real sobre um acontecimento que ocorreu em meados dos anos 90. Um produtor do programa &#8220;60 minutes&#8221; da rede de tv CBS recebe um pacote com documentos sobre algumas fraudes da indústria do tabaco. Para auxiliá-lo a desvendar esse caso, ele contata um ex-vice-presidente de uma das empresas de tabaco para ser o seu &#8220;informante&#8221;. O filme é longo (quase 3 horas), mas é bastante tenso e mostra o poder que a indústria do tabaco exerce nos setores chave da sociedade: políticos, juristas, mídia. Tudo acaba convergindo ao poder da indústria.</p>
<p>Um bom filme, no qual não é necessário ficar prestando MUITA atenção para encaixar as peças.</p>
<p>NOTA IMDB: 8,0 / 10,0<strong><br />
</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt0195685/" target="_blank">Erin Brokovich &#8211; Uma mulher de talento (Erin Brokovich, 2000)</a></strong></p>
<p>Julia Roberts é daquelas atrizes que conseguem orbitar em filmes românticos, dramáticos e comédias com a mesma desenvoltura. Neste bom filme, ela é uma mãe de família que decide fazer justiça contra uma empresa que contamina o lençol freático de uma pequena cidade do interior americano, e junto com um advogado meia-boca, conseguem transformar o que era para ser um caso perdido, em uma das maiores ações ganhas na justiça de todos os tempos.</p>
<p>O fato da personagem ser uma pessoa sem MBA e conhecimentos técnicos, torna o filme bem interessante, principalmente no momento em que eles lidam com outro escritório especializado que decide &#8220;assumir&#8221; o caso. É o filme que mostra a importância dos relacionamentos próximos com as pessoas e também da diferença entre a teoria e a prática.</p>
<p>NOTA IMDB: 7,2 / 10,0<strong><br />
</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt1285309/" target="_blank">Que família é esta? (The Joneses, 2009)</a></strong></p>
<p>Fox Mulder, ops, digo, David Duchovny é o pai de uma família perfeita. Casado com a sempre espetacular Demi Moore e tendo dois filhos exemplares, entre eles a estonteante Amanda Beard, eles se mudam para um bairro rico americano e acabam mudando a rotina das pessoas do local.</p>
<p>A familia perfeita? Não. Tudo é um jogo de cena de uma empresa de marketing. Cada um dos familiares (que na verdade são vendedores se passando por familia) tem como missão inserir na vida das pessoas, diversos produtos de empresas parceiras.</p>
<p><iframe width="480" height="303" src="http://www.youtube.com/embed/YWZJ1OPG6gs" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O filme é bem legal, bem legal mesmo. E escancara como muitas pessoas utilizam de algumas práticas para nos influenciar e nos fazer comprar produtos, sem que nós ao menos percebamos.</p>
<p>NOTA IMDB: 6,6 / 10,0<strong><br />
</strong></p>
<p><strong><strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt0181984/" target="_blank">O primeiro milhão (Boiler room, 2000)</a></strong></strong></p>
<p>O personagem do filme, Seth Davies, é um rapaz nos seus 20 e poucos anos. Ele vive com problemas com seu pai (um respeitado e sissudo magistrado) e por conta disso é um frustrado. Mas não deixa de ser um empreendedor. Na sua casa, comanda um cassino que lhe rende alguns milhares de dolares por mês.</p>
<p>Até que ele é apresentado a um corretor de ações que lhe convida para trabalhar como estagiário dele em uma nova corretora.</p>
<p>E vemos a transformação de um tímido e introvertido personagem, seduzido pela promessa de se tornar milionário em um ano. E em um vendedor selvagem e sem escrúpulos.</p>
<p>Até acontecerem as reviravoltas, como todo o filme.</p>
<p>NOTA IMDB: 6,9 / 10,0</p>
<p><strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt0379225/" target="_blank">A corporação (The corporation, 2003)</a></strong></p>
<p>Este filme é um documentário em formato de dossiê que aborda uma série de casos que demonstram o poder das &#8220;corporações&#8221; sobre a sociedade. Inclusive há um caso bem similar ao relatado no filme &#8220;O informante&#8221;. Numa das melhores passagens do documentário, atente para o caso da Nike: o quanto eles gastam para produzir suas roupas nos paises subdesenvolvidos e a quanto eles vendem&#8230;</p>
<p>Mas já aviso, não procure levar MUITO a sério. Ele é bastante tendencioso, meio estilo Michael Moore. Ainda assim, é obrigatório.</p>
<p>NOTA IMDB: 8,2 / 10</p>
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		<title>Solução paliativa</title>
		<link>http://www.agileway.com.br/2011/04/13/solucao-paliativa/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Apr 2011 15:40:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavio Steffens de Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agile]]></category>
		<category><![CDATA[Cases]]></category>
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		<description><![CDATA[Os métodos ágeis normalmente são utilizados por empresas como uma &#8220;solução paliativa&#8221;. Ou seja, elas utilizam as práticas para tentar solucionar os problemas em curto prazo, sem dar muita importância às raízes do problema (causas, razões). O problema é que os métodos ágeis, em especial do Scrum, tem como principal fator evidenciar ainda mais os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os métodos ágeis normalmente são utilizados por empresas como uma &#8220;solução paliativa&#8221;. Ou seja, elas utilizam as práticas para tentar solucionar os problemas em curto prazo, sem dar muita importância às raízes do problema (causas, razões).</p>
<p>O problema é que os métodos ágeis, em especial do Scrum, tem como principal fator evidenciar ainda mais os problemas das empresas. E ao se deparar com isso, os gestores acabam desistindo dos métodos ágeis.</p>
<p><span id="more-983"></span></p>
<p>&#8220;Ah, isso não funcionou aqui. Só trouxe mais problemas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Ao invés de soluções, só me trouxe mais problemas!&#8221;</p>
<p>As empresas enxergam o Scrum como um conjunto de PROCESSOS e FERRAMENTAS que vão resolver os problemas da empresa. Nada mais paliativo do que isso.</p>
<p>Na verdade o Scrum facilita a adoção de um conjunto de CRENÇAS e VALORES que vão transparecer os problemas da empresa, e motivar as PESSOAS a resolvê-los. Isso é pensar na solução definitiva.</p>
<p>Uma historinha que aborda bem este conceito de &#8220;solução paliativa&#8221;.</p>
<p>Na China, a maior empresa de tecnologia do setor chama-se FOXCONN. É a empresa responsável por montar os dispositivos da Apple, por exemplo.</p>
<p>O ambiente de trabalho é bem linha de produção. Embora a empresa atraia muitas pessoas interessadas em se capacitar e crescer (principalmente trabalhadores do interior), o fato do trabalho ser rotineiro tem causado sérios problemas aos funcionários. Mesmo a empresa tentando trazer um conceito de &#8220;ambiente universitário&#8221;, inclusive com dormitórios e equipe psicológica de apoio, a empresa tem um índice assustador de 17 suicídios nos últimos 5 anos. Eram funcionários da empresa, que subiram nos prédios mais altos e pularam para a desgraça.</p>
<p>Ora, 17 suicídios em 5 anos é um índice assustador, mesmo para uma empresa que emprega milhares de pessoas. A empresa precisava tomar alguma atitude para acabar com essa estatística assustadora.</p>
<p>Investigar as razões? Trabalhar o lado psicológico dos seus empregados? Identificar pessoas em risco eminente?</p>
<p>Que nada.</p>
<p>A solução foi essa aí de baixo.</p>
<p><a href="http://www.agileway.com.br/wp-content/uploads/2011/04/AppleNets.jpg"><img class="size-full wp-image-984 alignleft" title="Agileway - Foxconn redes suicidio paliativo" src="http://www.agileway.com.br/wp-content/uploads/2011/04/AppleNets.jpg" alt="" width="440" height="275" /></a></p>
<p>Instalar REDES para evitar que os operários pulem. A legítima solução paliativa.</p>
<p>Se você quiser adotar os métodos ágeis e achar que isso não envolve uma mudança de cultura e estrutura organizacional, então você estará fazendo o mesmo que a Foxconn: instalando redes para tentar reter seus funcionários (espero que os seus não pulem, pelo menos).</p>
<p>Seus problemas não serão resolvidos apenas com processos e ferramentas. Tenha convicção disso.</p>
<p>Se você quiser saber mais sobre a Foxconn, a <a href="http://www.wired.com/magazine/2011/02/ff_joelinchina/all/1" target="_blank">Wired fez uma reportagem bacana</a> numa das últimas edições.</p>
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		<title>10 lições de um empreendedor</title>
		<link>http://www.agileway.com.br/2011/01/27/10-licoes-de-um-empreendedor/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Jan 2011 14:24:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavio Steffens de Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Cases]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[No último dia 26/01/2011 fizemos o nosso III Woompa Gathering aqui na empresa. Como de costume, cada um trouxe algum assunto interessante para falar durante 10-15 minutos. E a cada gathering, estamos melhorando também na forma de apresentar, outro objetivo do evento No meu caso, quis compilar de forma fácil de digerir 10 lições que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No último dia 26/01/2011 fizemos o nosso III Woompa Gathering aqui na empresa. Como de costume, cada um trouxe algum assunto interessante para falar durante 10-15 minutos. E a cada gathering, estamos melhorando também na forma de apresentar, outro objetivo do evento <img src='http://www.agileway.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>No meu caso, quis compilar de forma fácil de digerir 10 lições que eu tive nestes seis meses de empreendedor aqui na Woompa. São coisas que a gente fala no dia-a-dia, mas talvez não de forma tão focada como foi aqui.</p>
<p><span id="more-942"></span></p>
<p>Creio que a grande maioria de vocês que pretende empreender sempre se pergunta se vale a pena ou não, e o que eu quis demonstrar é que VALE. Mas é preciso ter um mínimo de preparação, o que não significa que você deva ficar adiando a sua empreitada.</p>
<p>As 10 lições, objetivamente são:</p>
<p>1 &#8211; É muito bom empreender</p>
<p>2 &#8211; Empreender não é fácil</p>
<p>3 &#8211; Descubra seu oceano azul</p>
<p>4 &#8211; Busque pessoas com atitude</p>
<p>5 &#8211; Não descuidar das finanças</p>
<p>6 &#8211; É muito legal ter o caos&#8230;</p>
<p>7 &#8211; &#8230; mas é preciso disciplina!</p>
<p>8 &#8211; Seja sempre diferente</p>
<p>9 &#8211; Não seja um procrastinador</p>
<p>10 &#8211; Não seja um perfeccionista</p>
<p>Veja o vídeo agora e comente se concordar, discordar ou enfim, tiver alguma opinião sobre o assunto <img src='http://www.agileway.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/19218949?portrait=0&amp;color=c9ff23" width="500" height="375" frameborder="0"></iframe>
<p><a href="http://vimeo.com/19218949">III Woompa Gathering &#8211; 10 coisas que aprendi como empreendedor</a> from <a href="http://vimeo.com/woompa">woompa</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<div id="__ss_6719888" style="width: 425px;"><strong style="display: block; margin: 12px 0 4px;"><a title="10 coisas que aprendi como empreendedor na Woompa" href="http://www.slideshare.net/flaviosteffens/10-coisas-que-aprendi-como-empreendedor-na-woompa">10 coisas que aprendi como empreendedor na Woompa</a></strong><object id="__sse6719888" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=10coisasqueaprendicompatibilitymode-110127075836-phpapp02&amp;stripped_title=10-coisas-que-aprendi-como-empreendedor-na-woompa&amp;userName=flaviosteffens" /><param name="name" value="__sse6719888" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="__sse6719888" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=10coisasqueaprendicompatibilitymode-110127075836-phpapp02&amp;stripped_title=10-coisas-que-aprendi-como-empreendedor-na-woompa&amp;userName=flaviosteffens" name="__sse6719888" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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