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22 de Fevereiro de 2010

Duke Nukem Forever: o jogo que não existiu

Em 1996 é lançado um jogo revolucionário no estilo “tiro em primeira pessoa”. Duke Nukem 3D trazia um anti-herói cínico, violento e musculoso, apresentando inovações até então inéditas nos jogos da época: interação do personagem com o cenário (produzindo situações divertidas como quando o personagem se olhava no espelho e dizia “Damn, I’m good!”) e a união do humor negro com violência extrema.

O jogo se tornou um dos mais vendidos na história dos games e fez com que uma legião de críticos e fãs praticamente exigissem uma continuação. No ano de 1997 foi dado o início do projeto Duke Nukem Forever, talvez um dos jogos mais esperados de toda história dos games.

Em 6 de maio de 2009, a empresa que revolucionou este mercado – 3DRealms – bate a última foto da equipe antes de dispensar e fechar toda a sua seção de desenvolvimento. O motivo? a incapacidade de produzir o jogo.

Como uma empresa conseguiu ir do céu ao inferno desta maneira? É o que iremos discutir aqui.

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8 de Fevereiro de 2010

Empreendedorismo – Parte 3/4

Vimos que o “quadrado mágico do empreendedorismo” é composto por: ideia, projeto, pessoas e dinheiro. Destes quatro conceitos, existe um que você precisa pensar com muito carinho, pois é a partir dele que o seu longo prazo se desenvolverá. Sim, falo das PESSOAS.

Se você já lê este blog há algum tempo, deve perceber como ele é praticamente todo orientado a construção de resultados através das pessoas. Mas será que podemos usar as mesmas iniciativas quando estamos começando uma empresa?

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30 de Janeiro de 2010

Trate a demissão de uma forma humana

Ninguém gosta de ser demitido. A sensação que se fica é de incapacidade, traição e ingratidão.

Esse é um dos temas do filme “Amor sem escalas” (Up in the air, 2009), um filme que poderíamos catalogar como “comédia dramática”. George Clooney é Ryan, um funcionário de uma empresa cujo serviço é demitir as pessoas das empresas para as quais presta serviço.

O filme é uma reflexão sobre o momento terrível que os EUA passaram durante a crise financeira (demissões em massa) e sobre a forma como muitas pessoas ainda enxergam o desligamento das pessoas.

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26 de Janeiro de 2010

A difícil tarefa de aceitar um erro

Há algum tempo atrás eu postei um review de um artigo publicado pela revista Fast Company em que abordava como um grupo de economistas estava usando a gestão dos processos empíricos para salvar o mundo da pobreza, fome e miséria.

Neste mês (janeiro) a revista Wired destacou em sua capa como a nós devemos aprender com nossos erros e porque eles são importantes.

Há um artigo bem interessante sobre como a neurociência explica nossa incapacidade de lidar com as falhas. Continue lendo »

18 de Janeiro de 2010

Nokia N-Gage: um case de fracasso

Quando pensamos em Nokia, logo pensamos em celulares confiáveis, robustos e de alto padrão de qualidade. De fato, a empresa continua sendo uma das preferidas do público no mundo todo. Mesmo com o advento do iPhone, a joint-venture da Sony com a Ericsson, a reinvenção da Motorola e a entrada de outras empresas como Dell, HTC, entre outras.

É uma empresa admirada no mundo ágil por ser uma das grandes a implantarem o Scrum. O “Nokia test” é usado até hoje para empresas verificarem se estão aplicando o Scrum ou um Agilefall ou Scrumbut.

Mas, como veremos neste post, nem uma empresa admirada como essa está imune a erros. E quando eu falo de erro, pensem na forma mais pejorativa. Pensem em um ralo sugando dinheiro. Pensem em algo que conseguiu manchar a imagem da empresa.

N-gage - www.agileway.com.brPensem no N-Gage.

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