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	<title>Agile Way &#187; Feedback</title>
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	<description>Pensamentos, artigos e as lições aprendidas de um gerente de projetos. A vida corporativa numa visão ágil, onde pessoas e comunicação são sempre mais importantes.</description>
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<title>Agile Way</title>
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		<title>O aprendizado só vem com dor</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Aug 2011 18:30:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavio Steffens de Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando falamos em métodos ágeis, falamos em aprendizado e melhoria contínua. E normalmente falamos que os principais resultados obtidos no curto prazo, com qualquer um dos métodos ágeis (Scrum, XP, etc), é o de encontrar erros e falhar bastante. Essa costuma ser uma das principais causas para muitas pessoas desistirem de usar os métodos ágeis. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando falamos em métodos ágeis, falamos em aprendizado e melhoria contínua.</p>
<p>E normalmente falamos que os principais resultados obtidos no curto prazo, com qualquer um dos métodos ágeis (Scrum, XP, etc), é o de encontrar erros e falhar bastante.</p>
<p>Essa costuma ser uma das principais causas para muitas pessoas desistirem de usar os métodos ágeis. Elas não querem falhar. Não admitem.</p>
<p>Elas não compreendem que errar e falhar faz parte do aprendizado. Elas não querem sentir dor.</p>
<p><span id="more-1022"></span>Aqui na <a href="http://www.woompa.com.br" target="_blank">Woompa</a>, vivemos um processo de dor constante.</p>
<p>Eu lembro que antes de abrir minha empresa, li alguns livros sobre empreendedorismo. Um deles, em especial, era o &#8220;Caindo na real&#8221; (Getting Real) da empresa 37 Signals. Neste livro, os autores trazem uma série de lições que eles aprenderam no dia-a-dia, após apanharem bastante dos prazos, custos e mercado. Algumas lições remetem aos conceitos dos métodos ágeis, embora eles não citem em nenhum momento qualquer referência ao assunto.</p>
<p>Mas a gente percebe que a grande parte das lições são &#8220;óbvias&#8221;, daquelas que a gente lê e pensa &#8220;mas é óbvio que isso é assim&#8221;.</p>
<p>Porém, quando vamos para a prática, quando colocamos a cara a bater, todas essas obviedades somem. No post anterior eu citei alguns erros que nós cometemos, como mau planejamento, gold plating, falta de deadlines, entre outros. Todos são erros óbvios, que estavam descritos no livro.</p>
<p>E que eu cometi. Uma, duas, três, várias vezes.</p>
<p>Só então percebi que errar faz parte do processo. E que o aprendizado e &#8211; principalmente &#8211; a assimilação de fato deste aprendizado, só vem com a dor.</p>
<p>Foi necessário praticamente centenas de horas de trabalho e milhares de reais jogados fora, para eu assimilar estas lições.</p>
<p>Ok, é lógico que podemos analisar isso de outra ótica. Eu posso dizer o quanto nossa idéia do produto <a href="http://www.pixelquadrado.com.br" target="_blank">Pixel Quadrado</a>, amadureceu até chegar na versão atual &#8211; significamente diferente da ideia inicial.</p>
<p>Mas o fato é que passado 1 ano, nosso sistema inda não foi lançado. E não tem feedback de nenhum cliente real. Tudo que está nele é baseado em suposições que fizemos com base no mercado que conhecemos de forma um pouquinho melhor do que superficial. Lançamos um produto na versão 4.0, quando o foco deveria ter sido na versão 1.0.</p>
<p>Hoje eu já assimilei tudo isso. Nos produtos que estamos desenvolvendo agora, toda vez que penso em alguma modificação, nova funcionalidade ou algo do tipo, eu antes penso: &#8220;Mas o mercado REALMENTE precisa disso?&#8221;. É verdade. Eu faço isso mesmo. Porque é assim que eu paro pra pensar se não vou gastar mais uma centena de reais para perceber que aquilo não era lá tão importante.</p>
<p>Os métodos ágeis ajudam a gente a assimilar o conceito de aprender com a dor. Pois eles nos fazem errar mais cedo e frequentemente. Para aprendermos e melhorarmos. Nós precisamos entender que errar e falhar faz parte do processo.</p>
<p>Então se você está desenvolvendo um projeto, tenha consciência disso. Erre cedo, assimile e melhore.</p>
<p>Coloque seu produto no mercado o mais cedo possível. E aprenda com o feedback.</p>
<p>Não espere completar um ano para perceber que você não fez o óbvio.</p>
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		<title>Como liderar e motivar sua equipe</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jun 2011 01:59:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavio Steffens de Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dia-a-dia]]></category>
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		<description><![CDATA[Andava de carro pela rua, quando me deparei com um outdoor com letras garrafais contendo o título deste post. E a foto com o rosto de um &#8220;mago&#8221; da arte da liderança, professor e doutor em ciências ocultas e sábio de todas artes mágicas para liderar e motivar. Lógico, tudo isso a um custo módico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Andava de carro pela rua, quando me deparei com um outdoor com letras garrafais contendo o título deste post. E a foto com o rosto de um &#8220;mago&#8221; da arte da liderança, professor e doutor em ciências ocultas e sábio de todas artes mágicas para liderar e motivar. Lógico, tudo isso a um custo módico próximo a mil reais para assistir durante um dia alguém falando sobre liderança e motivação.</p>
<p>Mas o que está errado nisso tudo?</p>
<p><span id="more-1015"></span></p>
<p>Antes de mais nada, não acho errado você buscar um curso para aprender mais, trocar conhecimento, experiências e contatos. Se o seu real objetivo é esse, vá fundo! Isso é excelente.</p>
<p>Mas se você está procurando um curso desses para descobrir os &#8220;segredos&#8221; da arte da liderança e da motivação, então há alguma coisa errada.</p>
<p>O problema que eu vejo nisso é que as pessoas estão tornando o processo de liderar e motivar suas equipes como algo extraordinariamente mágico, onde necessitamos de especialistas para nos guiarem.</p>
<p>Bullshit!</p>
<p>Não existe nenhum mistério em liderar e motivar outras pessoas. Se você assistir 100 palestras com autores renomados e desconhecidos, você acabará chegando basicamente ao resumo:</p>
<p>1) Pessoas gostam de ser apreciadas e de se sentir seguras, portanto elogie um bom trabalho e dê feedback.</p>
<p>2) Pessoas gostam de se comunicar, então deixe-as falar e opinar.</p>
<p>3) Pessoas gostam de ter autonomia, portanto dê confiança.</p>
<p>4) Pessoas gostam de aprender, portanto deixe-as arriscar, errar e assimilar.</p>
<p>5) Pessoas gostam de respeito, portanto trate-as com respeito!</p>
<p>Pessoas, pessoas, pessoas, pessoas e pessoas. Tudo se resume a isso. Nada de softwares, planilhas, processos ou ferramentas.</p>
<p>Ok, talvez você encontre outras dicas aqui e ali. Mas o fato é que motivar pessoas não é uma arte, pois todos fazemos isso no dia-a-dia com nossos amigos e familiares. Somos apreciados e apreciamos todos. E isso se dá porque em quase todas situações fazemos pelo menos dois dos cinco itens.</p>
<p>O mesmo vale para a liderança. Não é nenhuma mágica ser um líder. Não existe segredo. Você não precisa tornar este termo como se fosse um título de cavaleiro ou coisa parecida. Se você lembrar que sua equipe é composta por pessoas e aplicar pelo menos esses 5 itens básicos, você preencherá boa parte das expectativas da maioria deles. E isso já será uma revolução para você e para eles.</p>
<p>Note uma coisa: o que eu falei até aqui são só obviedades. Que você mesmo sempre soube, pois sempre aplicou no seu dia-a-dia.</p>
<p>A diferença é que não custou nada mais do que alguns minutos.</p>
<p>Ag0ra, cabe a você levar estas atitudes para a sua empresa amanhã de manhã.</p>
<p>Sem livros, sem ciência, sem dinâmicas, sem teorias mirabolantes, sem conselhos de magos da psicologia.</p>
<p>Experimente. Vamos lá. Você consegue.</p>
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		<title>Como você se comunica com seus clientes?</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 02:45:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavio Steffens de Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estamos no ano de 2010. A internet hoje se tornou um meio de comunicação extremamente simples. Você encontra qualquer informação na rede. Mas mais do que isso, você tem um meio para chegar ao seu cliente de uma forma mais rápida e prática. Mas será que os resultados são tão práticos assim? Decidi escrever este [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos no ano de 2010. A internet hoje se tornou um meio de comunicação extremamente simples. Você encontra qualquer informação na rede. Mas mais do que isso, você tem um meio para chegar ao seu cliente de uma forma mais rápida e prática.</p>
<p>Mas será que os resultados são tão práticos assim?</p>
<p><span id="more-905"></span>Decidi escrever este post baseado na experiência que tive durante essa semana, aqui na Woompa.</p>
<p>Resolvemos entrevistar alguns clientes do setor de construção civil, no qual iremos atuar, com o intuito de entender a linguagem e as necessidades específicas deste setor.</p>
<p>O que eu, um cara que utiliza a internet desde 1995 fez? Enviei um email explicativo para algumas empresas selecionadas como forma de verificar a disponibilidade para a conversa. Muitas revisões no texto depois, disparei o email para as empresas.</p>
<p>Passa um dia. Nenhuma resposta.</p>
<p>Passam dois dias. Nenhuma resposta.</p>
<p>Passam três dias. Aflição.</p>
<p>Tudo indica que eles não tem o menor interesse em nos ajudar.</p>
<p>Decido então ligar para as empresas. Penso que o contato telefônico, neste caso, pode soar meio &#8220;tele-marketing&#8221;, mas ainda assim arrisco.</p>
<p>Ligo para a primeira, sou bem atendido e repassado ao responsável. Marcamos uma hora.</p>
<p>Ligo para a segunda, mesma coisa.</p>
<p>Ligo para outras duas, e ambas me passam um email pessoal para finalizarmos a conversa por ali.</p>
<p>Resultado prático: telefone 4&#215;0 email.</p>
<p>Qual o aprendizado que podemos tirar dessa situação? Ora, em primeiro lugar, que a comunicação com os seus clientes vai depender exatamente do perfil dos seus clientes. Se você vai conversar com uma agência de comunicação, o email se mostrará um meio interessante e até preferível, por parte do cliente. Mas quando lidamos com clientes que possuem um perfil menos virtual, como as empresas de construção civil, o contato humano se torna obrigatório.</p>
<p>Muitos podem estar lendo este post e pensando: &#8220;Mas isso era óbvio!&#8221;. E é. Só que na correria do dia-a-dia, nós acabamos deixando isso de lado. Nos agarramos nos nossos próprios paradigmas (&#8220;todo mundo usa email&#8221;, por exemplo) e esquecemos de pensar um pouco mais.</p>
<p>A experiência que eu tive foi bastante reveladora. Inclusive para repensar diversas formas de tocar adiante o projeto.</p>
<p>E você? Alguma vez percebeu com algum cliente que a internet não foi o meio mais confiável para contato? Conte para nós sua história.</p>
<p>Abraços!</p>
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		<title>Isso não vai dar certo</title>
		<link>http://www.agileway.com.br/2010/06/02/isso-nao-vai-dar-certo/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Jun 2010 14:15:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavio Steffens de Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando a gente começa a empreender, existem alguns fatores que precisamos nos agarrar com vontade. Um deles é o otimismo. Eu não digo o otimismo bobo, aquela utopia que tudo será um perfeito, correto e divertido. Mas o otimismo que alimenta nosso desejo de atingir os objetivos. Porém, há aqueles que são exatamente o oposto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando a gente começa a empreender, existem alguns fatores que precisamos nos agarrar com vontade.</p>
<p>Um deles é o otimismo. Eu não digo o otimismo bobo, aquela utopia que tudo será um perfeito, correto e divertido. Mas o otimismo que alimenta nosso desejo de atingir os objetivos.</p>
<p>Porém, há aqueles que são exatamente o oposto disso. Eles são os empreendedores pessimistas.</p>
<p><span id="more-863"></span>Quando você empreende, você dedica o seu bem mais precioso em alguma coisa que você acredita: o seu tempo. Além disso, considere também o lado financeiro, já que sempre há um desembolso financeiro para realizar qualquer projeto.</p>
<p>Se você entra em um projeto, o mínimo que se espera é que você acredite nele.</p>
<p>Afinal de contas, quem iria trabalhar em algo que não acredita, ou que não gosta?</p>
<p>Pois muita gente, muita gente mesmo, está neste momento trabalhando ou empreendendo. E não acredita ou não gosta do que faz.</p>
<p>Não gostar é uma situação até relativamente compreensível. Muitas destas pessoas (e você deve conhecer várias) reclama diariamente do trabalho, mas quando é questionado do por que continua com este suplício, a resposta é sempre &#8220;dinheiro&#8221;. Algumas pessoas, realmente, tem receio de mudar para não arriscar o seu patamar atual de vida.</p>
<p>Compreensível. Desde que essa situação não se torne uma acomodação. Já pensou trabalhar até atingir a sonhada aposentadoria, em um lugar que você não gosta, apenas por dinheiro? Pense em quantos anos essas pessoas perderiam. Quantas coisas deixariam de fazer.</p>
<p>Porém nada, absolutamente nada, é mais incompreensível do que trabalhar em algo que você não acredita. Eu não consigo admitir que existam pessoas que despendem do seu tempo, da sua motivação e dos seus sonhos, trabalhando em algo que não acreditam.</p>
<p>E elas existem. Aos montes.</p>
<p>Conheço pessoas que empreenderam há muitos anos. Algumas fecharam uma década de empreendimento. E nunca sairam do lugar. O motivo? PESSIMISMO. Falta de FÉ ou CRENÇA naquilo que fazem. E falo de pessoas competentes, tecnicamente.</p>
<p>A expressão da ordem deles é: &#8220;isso não vai dar certo&#8221;. Eles sempre arranjam motivos para procrastinar decisões ou mudanças bruscas. Sempre encontram desculpas para seus problemas. E, raramente, identificam que o problema maior são eles próprios.</p>
<p>Um exemplo: conheço uma pessoa que trabalha há dez anos em um setor cujo mercado é relativamente interessante. Por dez anos, essa pessoa manteve a empresa do mesmo tamanho, praticamente fazendo um trabalho artesanal. Enquanto isso, dois funcionários que trabalharam com ele, bem no início da jornada, abriram sua própria empresa e cresceram vertiginosamente. Eles arriscaram. Enquanto essa pessoa ficou empurrando decisões com a barriga, dizendo: &#8220;isso não vai dar certo&#8221;.</p>
<p>Certa vez perguntei a esta pessoa: &#8220;O que falta para crescer neste mercado?&#8221; e ela me respondeu: &#8220;Coragem. Eu não vejo futuro no mercado. E olho para um antigo amigo, dono de uma outra empresa, e vejo que ele está prestes a falir&#8221;.</p>
<p>O grande detalhe é: este amigo dele trabalha em OUTRO setor. É como justificar que você não vai abrir sua padaria, porque o Netscape e a Enron quebraram.</p>
<p>Empreendedores pessimistas tendem a enxergar a falha com medo, e não com aprendizado. Ao invés de se espelharem nos vitoriosos, se conformam com os derrotados. Não arriscam no momento mais propício, pois não suportam a incerteza. Se aninham no seu mundo, ao invés de buscar ajuda ou contatos. Não valorizam a experiência e o aprendizado que tiveram, preferindo culpar Deus e todos os demais seres vivos da Terra que conspiraram contra ele.</p>
<p>E, mais do que tudo, empreendedores pessimistas viram estatística do SEBRAE. Pura e simplesmente. São derrotados e então se escondem em algo que os deixem &#8220;seguros&#8221; (um típico emprego no setor público, talvez?).</p>
<p>Se você acha que se encaixou neste perfil, ainda há tempo de mudar. Eis algumas sugestões para você pôr em prática HOJE mesmo.</p>
<p>1) Inscreva-se em um MBA, PÓS ou algum curso da sua área. O simples fato de você sair da sua realidade e conhecer outras pessoas, já o fará enxergar o mundo com outros olhos.</p>
<p>2) Faça ou reative seus contatos. Assim como o item anterior, conversar com estas pessoas lhe ajudará entender a sua situação.</p>
<p>3) Analise friamente o que o impede de ser otimista. Será que é o mundo que conspira, ou é você que está estagnado? Seja bem crítico. Questões técnicas como &#8220;não saber negociar&#8221; ou &#8220;ter dificuldades de expôr ideias&#8221; são perfeitamentes fáceis de se resolver. Busque ajuda.</p>
<p>Se você acha que nem estes simples itens o ajudarão a mudar, então o seu problema é outro. É de ATITUDE. E, sinto lhe informar, neste caso a mudança será muito mais complicada. Talvez você não tenha o perfil de empreendedor. A sugestão, neste caso, é abandone o barco o mais cedo possível. E busque algum emprego no setor público.  De preferência, em uma repartição onde empreendedores otimistas são vistos como revolucionários que merecem ser queimados na fogueira.</p>
<p>Deixe o mercado para aqueles empreendedores que acreditam no seu sonho. E que são otimistas.</p>
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		<title>O pior marketing do mundo</title>
		<link>http://www.agileway.com.br/2010/04/22/o-pior-marketing-do-mundo/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 14:30:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavio Steffens de Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Algumas empresas gastam milhares de dólares ou reais em marketing para se promover. Outras conseguem criar uma aura em torno de si que a colocam em um patamar de sonho de consumo para muita gente. Mas muitas empresas, ainda assim, continuam criando o pior marketing do mundo: a realidade. Recentemente estive em uma audiência de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Algumas empresas gastam milhares de dólares ou reais em marketing para se promover. Outras conseguem criar uma aura em torno de si que a colocam em um patamar de sonho de consumo para muita gente.</p>
<p>Mas muitas empresas, ainda assim, continuam criando o pior marketing do mundo: a realidade.</p>
<p><span id="more-813"></span>Recentemente estive em uma audiência de pequenas causas, devido a um processo que estou movendo contra uma editora por uma cobrança indevida na minha conta. Sou cliente deles há quase 10 anos. Mas no momento em que surgiu uma cobrança de outra pessoa diretamente em débito automático na minha conta, fui orientado pelo SAC a escrever uma carta e enviar por fax como uma espécie de &#8220;prova&#8221; de que aquela pessoa da cobrança não era eu. Essa atitude absurda me fez, pela primeira vez, perder a paciência e entrar na justiça.</p>
<p>Durante a espera pela audiência, dentro do foro, eram anunciados em alto-falante as pessoas que também estavam com ações contra outras empresas. E foi impressionante ouvir o mesmo nome de empresas de telefonia celular e fixo, além de televisões a cabo, por uma dezena de vezes. E isso em apenas dois horários de atendimento.</p>
<p>Se o mundo é dos russos, se a empresa foi pioneira no desbloqueio de celular, se ela está mais viva do que nunca, ou se temos a opção de escolha, isso significa que o marketing destas empresas conseguiram colocar na nossa cabeça algumas vinhetas e claques. Palmas para a publicidade. Esse é o mundo da fantasia, onde a expectativa é que estamos diante de uma empresa moderna e orientada ao cliente.</p>
<p>Já o mundo da realidade é aquele onde ainda pagamos caríssimo por serviços básicos, onde clientes antigos são tratados com total indiferença, onde um débito errado significa uma dor de cabeça para reaver e uma cobrança em atraso significa ter de lidar com ameaças de SERASA.</p>
<p>O Waldez Ludwig, em uma entrevista com o Jô Soares, conta um caso muito divertido sobre o que ele intitula &#8220;<a href="http://www.youtube.com/watch?v=_RWqnEmaJXs#t=7m20s" target="_blank">melhoria do cocô</a>&#8220;.</p>
<p>Qual é o pior marketing do mundo? Tratar mal o seu cliente.</p>
<p>Mas podemos fazer uma extensão desse conceito. Podemos extender para &#8220;tratar mal o seu funcionário&#8221;.</p>
<p>Existem inúmeras empresas que vendem uma imagem que não são. Geram expectativas enormes os pretendentes às vagas. Mostram para o público exterior um ambiente despojado e irreverente. Essa é a fantasia.</p>
<p>A realidade é que a empresa é, muitas vezes, exatamente o oposto disso. E os funcionários só descobrem quando já estão lá dentro.</p>
<p>Um ambiente onde as pessoas não estão satisfeitas é um grande anti-marketing. Aqueles funcionários desmotivados irão contribuir bastante para, fora do ambiente de trabalho, fazer o esqueleto da empresa. E todas as pessoas podem repassar isso. Até cair nos ouvidos de um possível cliente ou pretendente a uma vaga na empresa.</p>
<p>Fazer uma desligamento de alguém de uma forma conflituosa só colabora para acentuar essa situação. Assim como um cliente insatisfeito não só não retornará como não indicará outros clientes, funcionários irão agir da mesma forma.</p>
<p>No mundo atual, dinâmico e excessivamente lotado de informações, não é difícil encontrar comentários sobre a sua empresa. E como você irá atrair bons talentos, se a gama de pessoas interessadas começar a diminuir com o tempo?</p>
<p>Tratar bem seus funcionários, portanto, não é apenas humanizar o ambiente de trabalho. E pensar na sua própria sobrevivência, como empresa. Você já havia parado para pensar sobre isso?</p>
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