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	<title>Agile Way</title>
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	<description>Pensamentos, artigos e as lições aprendidas de um gerente de projetos. A vida corporativa numa visão ágil, onde pessoas e comunicação são sempre mais importantes.</description>
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<title>Agile Way</title>
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		<title>Home Office, na prática</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 01:11:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavio Steffens de Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dia-a-dia]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Muito se discute nos dias de hoje sobre o home office. Algumas empresas incentivam seus funcionários a trabalharem em casa, outras pessoas o fazem por necessidade. Eu, com a Woompa, criei um home office diferente: o &#8220;home company&#8221;, uma vez que a empresa toda está localizada aqui em casa. Neste post, eu conto sobre algumas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.agileway.com.br/wp-content/uploads/2010/08/4755392873_04007527a2_z.jpg"><img class="size-full wp-image-911  aligncenter" title="Home Office - www.woompa.com.br" src="http://www.agileway.com.br/wp-content/uploads/2010/08/4755392873_04007527a2_z.jpg" alt="" width="448" height="336" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Muito se discute nos dias de hoje sobre o home office. Algumas empresas incentivam seus funcionários a trabalharem em casa, outras pessoas o fazem por necessidade. Eu, com a Woompa, criei um home office diferente: o &#8220;home company&#8221;, uma vez que a empresa toda está localizada aqui em casa.</p>
<p style="text-align: left;">Neste post, eu conto sobre algumas experiências que tive até o momento, com o home office.</p>
<p style="text-align: left;"><span id="more-910"></span>Home office é, antes de mais nada, diferente. É impossível comparar qualquer modalidade deste tipo de trabalho, com o trabalho padrão de sair e ir trabalhar em uma empresa. E não é apenas diferente pelo fato de você não precisar entrar no carro e se locomover, mas pelo fato de que confunde a cabeça mesmo.</p>
<p style="text-align: left;">Dependendo da sua idade, você acaba se acostumando com a rotina de acordar cedo, se arrumar e ir trabalhar. Essa rotina o faz deixar os problemas domésticos em stand-by no seu cérebro, para fazer funcionar o modelo &#8220;trabalho&#8221;. Simples assim.</p>
<p style="text-align: left;">Eu mesmo vivi muito esta rotina. E estranho até hoje a minha nova, que consiste em: acordar às 8h45. Tomar um banho, tomar café, me arrumar, descer a escada até a salinha ao lado do pátio e da garagem e aguardar o Marcus e a Patricia, os dois colaboradores. Imagine a confusão que dá no seu cérebro uma rotina completamente nova, como esta?</p>
<p style="text-align: left;">Essa mudança total de rotina também leva a um problema que é preciso ser combatido DIARIAMENTE. Estou falando da disciplina.</p>
<p style="text-align: left;">Você se acostumou a vida toda que casa é sinônimo de descanso. E agora você está em casa&#8230; e precisa trabalhar por 8 horas! O convite à dispersão está em todo o lugar. E, em alguns momentos, tenha a certeza de que você próprio será o foco da dispersão. Criar uma nova rotina é muito importante para que você treine seu cérebro para se focar durante o período de trabalho.</p>
<p style="text-align: left;">Outro problema bastante comum é misturar afazeres domésticos com os da empresa. Se você mora sozinho, as chances de se pegar fazendo algo doméstico são menores. Mas se morar com outras pessoas (família, esposa, filhos&#8230;) não tenha dúvidas que pelo menos uma ou duas vezes por semana, alguém irá lhe chamar para fazer alguma coisa doméstica. Trocar uma lâmpada, trocar o lixo, alimentar o cão, enfim. Por mais que se criem barreiras, isso acaba acontecendo. Particularmente, eu já consegui superar este problema no presente momento <img src='http://www.agileway.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: left;">Mas a vida de trabalhar em casa é só feita de problemas? Lógico que não!</p>
<p style="text-align: left;">Antes de mais nada, só o fato de empreender já lhe dá uma nova perspectiva. Fazer as coisas do seu jeito, na sua casa, é algo que não tem preço.</p>
<p style="text-align: left;">Levantar 15 minutos antes de começar a trabalhar, ter todo o conforto da sua casa quando for preciso, não enfrentar trânsito nem gastar gasolina, poder almoçar em família mais frequentemente&#8230; poderia listar aqui diversas vantagens.</p>
<p style="text-align: left;">Mas creio que nenhum benefício é maior do que a da redução dos custos. Principalmente para uma empresa que está começando. Quando eu coloco os gastos na planilha, chego até a esquecer que existem contas de água e luz, uma vez que tudo é pago junto. Somando toda redução de custos, eu não exageraria em afirmar que o valor representa um mês de trabalho na empresa. Ou seja, ao trabalhar em casa, eu garanto pelo menos mais um mês de vida da empresa.</p>
<p style="text-align: left;">Foram apenas dois meses aqui em casa, no momento. E eu posso afirmar, até o momento, que está valendo muito a pena. E se você considera a hipótese de tentar, eu dou força: tente! Com certeza o resultado será muito interessante.</p>
<p style="text-align: left;">Abraços!</p>
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		<title>Como você se comunica com seus clientes?</title>
		<link>http://www.agileway.com.br/2010/08/12/como-voce-se-comunica-com-seus-clientes/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 02:45:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavio Steffens de Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dia-a-dia]]></category>
		<category><![CDATA[Feedback]]></category>

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		<description><![CDATA[Estamos no ano de 2010. A internet hoje se tornou um meio de comunicação extremamente simples. Você encontra qualquer informação na rede. Mas mais do que isso, você tem um meio para chegar ao seu cliente de uma forma mais rápida e prática. Mas será que os resultados são tão práticos assim? Decidi escrever este [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos no ano de 2010. A internet hoje se tornou um meio de comunicação extremamente simples. Você encontra qualquer informação na rede. Mas mais do que isso, você tem um meio para chegar ao seu cliente de uma forma mais rápida e prática.</p>
<p>Mas será que os resultados são tão práticos assim?</p>
<p><span id="more-905"></span>Decidi escrever este post baseado na experiência que tive durante essa semana, aqui na Woompa.</p>
<p>Resolvemos entrevistar alguns clientes do setor de construção civil, no qual iremos atuar, com o intuito de entender a linguagem e as necessidades específicas deste setor.</p>
<p>O que eu, um cara que utiliza a internet desde 1995 fez? Enviei um email explicativo para algumas empresas selecionadas como forma de verificar a disponibilidade para a conversa. Muitas revisões no texto depois, disparei o email para as empresas.</p>
<p>Passa um dia. Nenhuma resposta.</p>
<p>Passam dois dias. Nenhuma resposta.</p>
<p>Passam três dias. Aflição.</p>
<p>Tudo indica que eles não tem o menor interesse em nos ajudar.</p>
<p>Decido então ligar para as empresas. Penso que o contato telefônico, neste caso, pode soar meio &#8220;tele-marketing&#8221;, mas ainda assim arrisco.</p>
<p>Ligo para a primeira, sou bem atendido e repassado ao responsável. Marcamos uma hora.</p>
<p>Ligo para a segunda, mesma coisa.</p>
<p>Ligo para outras duas, e ambas me passam um email pessoal para finalizarmos a conversa por ali.</p>
<p>Resultado prático: telefone 4&#215;0 email.</p>
<p>Qual o aprendizado que podemos tirar dessa situação? Ora, em primeiro lugar, que a comunicação com os seus clientes vai depender exatamente do perfil dos seus clientes. Se você vai conversar com uma agência de comunicação, o email se mostrará um meio interessante e até preferível, por parte do cliente. Mas quando lidamos com clientes que possuem um perfil menos virtual, como as empresas de construção civil, o contato humano se torna obrigatório.</p>
<p>Muitos podem estar lendo este post e pensando: &#8220;Mas isso era óbvio!&#8221;. E é. Só que na correria do dia-a-dia, nós acabamos deixando isso de lado. Nos agarramos nos nossos próprios paradigmas (&#8220;todo mundo usa email&#8221;, por exemplo) e esquecemos de pensar um pouco mais.</p>
<p>A experiência que eu tive foi bastante reveladora. Inclusive para repensar diversas formas de tocar adiante o projeto.</p>
<p>E você? Alguma vez percebeu com algum cliente que a internet não foi o meio mais confiável para contato? Conte para nós sua história.</p>
<p>Abraços!</p>
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		<title>Resenha do Livro &#8220;Rework&#8221;</title>
		<link>http://www.agileway.com.br/2010/08/03/resenha-do-livro-rework/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 17:47:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavio Steffens de Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agile]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>

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		<description><![CDATA[Existem milhares livros de administração, gestão e empreendedorismo nas livrarias. A maioria promete novas formas de pensamento, melhores práticas e são cheia de exemplos de grandes multinacionais. Mas são pouquíssimos livros que apresentam os conceitos como resultado de experiências da própria empresa. E este é o caso do livro &#8220;Rework&#8221;, do Jason Fried e David [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.agileway.com.br/wp-content/uploads/2010/08/rework-cover-front-big.png"><img class="size-medium wp-image-901  aligncenter" title="rework-cover-front-big" src="http://www.agileway.com.br/wp-content/uploads/2010/08/rework-cover-front-big-197x300.png" alt="" width="197" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Existem milhares livros de administração, gestão e empreendedorismo nas livrarias. A maioria promete novas formas de pensamento, melhores práticas e são cheia de exemplos de grandes multinacionais.</p>
<p style="text-align: left;">Mas são pouquíssimos livros que apresentam os conceitos como resultado de experiências da própria empresa.</p>
<p style="text-align: left;">E este é o caso do livro &#8220;Rework&#8221;, do Jason Fried e David Heinemeier Hansson, sócios-fundadores da 37signals, uma das empresas de web mais &#8220;cool&#8221; do mercado.</p>
<p style="text-align: left;"><span id="more-900"></span>O livro não é cheio de obviedades ou teorias malucas que não passam de teorias malucas de fato. É um apanhado das experiências que os autores vivenciaram em sua empresa, desde o início dela até os momentos atuais.</p>
<p style="text-align: left;">Veja quais são as primeiras frases do livro:</p>
<p style="text-align: left; padding-left: 30px;"><span style="color: #888888;">Ignore o mundo real.</span></p>
<p style="text-align: left; padding-left: 30px;"><span style="color: #888888;">&#8220;Isto nunca funcionaria no mundo real&#8221;. Você escuta essa frase o tempo todo quando fala para as pessoas de uma nova idéia. Este mundo real parece um lugar entediante e depressivo para se viver. Um lugar onde ideias, rupturas e novos conceitos sempre vão para o lixo. </span></p>
<p style="text-align: left;">O formato do livro é bem interessante: são capítulos com subcapítulos, cada qual composto por um texto de no máximo duas páginas. Essa divisão torna o livro bem mais agradável de ler, além de facilitar até mesmo a consulta rápida.</p>
<p style="text-align: left;">Os capítulos foram definidos como forma a repensar a sua empresa (e por isso o nome do livro é &#8220;Rework&#8221;). Fazem parte do livro: &#8220;Takedowns&#8221; (quebrando barreiras, numa tradução livre), &#8220;Go&#8221;, &#8220;Progress&#8221;, &#8220;Productivity&#8221;, &#8220;Competitors&#8221;, &#8220;Evolution&#8221;, &#8220;Promotion&#8221;, &#8220;Hiring&#8221; (contratações), &#8220;Damage Control&#8221; (tratando os problemas), &#8220;Culture&#8221;.</p>
<p style="text-align: left;">Cada um destes capítulos possui diversos subcapítulos com textos cujos títulos já provocam o leitor. São conceitos inspiradores e, para muitos, bastante novos e desafiadores. Veja este texto que inicia o capítulo sobre &#8220;Cultura&#8221;:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: left; padding-left: 30px;"><span style="color: #888888;">Você não cria a cultura</span></p>
<p style="text-align: left; padding-left: 30px;"><span style="color: #888888;">Culturas instantâneas são artificiais. Elas são um big bang criado a partir de termos de missão, declarações e regras. São óbvias, feias e plastificadas. (&#8230;)</span></p>
<p style="text-align: left; padding-left: 30px;"><span style="color: #888888;">Você não cria a cultura. Ela acontece. É por isso que novas companhias não tem uma. Cultura é um subproduto de um comportamento contínuo. Se você encorajar as pessoas a colaborar, então a colaboração fará parte da sua cultura. Se você recompensar a confiança, então a confiança fará parte da sua cultura. (&#8230;)</span></p>
<p style="text-align: left; padding-left: 30px;"><span style="color: #888888;">Cultura não é uma mesa de pebolim. Não é uma política. Não nem mesmo um dia de piquenique ou uma festa da empresa. Isto tudo são objetos e eventos, não cultura. E também não é um slogan. Cultura é ação, não palavras.</span></p>
<p style="text-align: left; padding-left: 30px;"><span style="color: #888888;">Então, não se preocupe muito com isto. Não force. Você não consegue instaurar uma cultura. Você precisa dar tempo para que ela se crie.</span></p>
</blockquote>
<p style="text-align: left;">Este texto sintetiza bem o formato dos demais textos, no livro.</p>
<p style="text-align: left;">Os autores irão fazê-lo repensar a sua forma de trabalho. Eles não dão uma receita de bolo, mas abrem novos horizontes para você repensar sua empresa. Quem tem conhecimentos dos métodos ágeis, encontrará muitas semelhanças nas palavras deles, com os conceitos ágeis. Mas não se enganem: em nenhum momento eles citam qualquer metodologia, seja ágil ou não.</p>
<p style="text-align: left;">Mesmo que você se considere um empreendedor que é totalmente adepto à nova realidade, leia o livro.</p>
<p style="text-align: left;">Mas lembre-se: ler apenas não adianta. Considere de fato dar um &#8220;rework&#8221; no seu trabalho <img src='http://www.agileway.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: left;">Principalmente se sua empresa for pequena.</p>
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		<title>Medo do desconhecido</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 17:48:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavio Steffens de Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Humor]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma tirinha rápida, que fica para reflexão. Humor leve e rápido. Leia também:Entrevista de empregoTipos de entrevistadosComo um cliente acaba com um webdesign]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma tirinha rápida, que fica para reflexão. Humor leve e rápido.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.agileway.com.br/wp-content/uploads/2010/07/chickenhatefear.jpg"><img class="size-full wp-image-897  aligncenter" title="chickenhatefear" src="http://www.agileway.com.br/wp-content/uploads/2010/07/chickenhatefear.jpg" alt="" width="400" height="423" /></a></p>
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		<title>Story Writing Workshop</title>
		<link>http://www.agileway.com.br/2010/07/20/story-writing-workshop/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 20:47:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavio Steffens de Castro</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Cases]]></category>
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		<description><![CDATA[Estamos pondo em prática uma técnica de prototipação que está sendo baseada no que está escrito no livro do Mike Cohn, “User Stories Applied”. É o que ele chama de Story Writing Workshop. Pela experiência que estamos tendo aqui, está valendo muito a pena! Iniciar um projeto de software é sempre complicado. Partimos de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos pondo em prática uma técnica de prototipação que está sendo baseada no que está escrito no livro do Mike Cohn, “User Stories Applied”. É o que ele chama de Story Writing Workshop. Pela experiência que estamos tendo aqui, está valendo muito a pena!</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Story Writing Workshop - Agileway.com.br" src="http://www.woompa.blog.br/wp-content/uploads/2010/07/IMG_2454.jpg" alt="" width="420" height="246" /></p>
<p><span id="more-891"></span></p>
<p>Iniciar um projeto de software é sempre complicado. Partimos de uma idéia genérica e temos que chegar em algo próximo a uma arquitetura, por mais simples que seja, para termos um ponto de partida. Nossas conversas aqui na empresa, até então, estavam sendo muito superficiais. Não tínhamos a visão concreta do que deveríamos desenvolver. Sabíamos que eram 6 módulos grandes envolvidos, e alguns atores principais. Mas só com isso, não tínhamos a visão concreta.</p>
<p>Lembrei então desta técnica descrita no livro do Mike Cohn e resolvi aplicá-la. Enquanto escrevo este post, ainda estamos prototipando o nosso projeto. Mas já foi possível constatar como é uma técnica interessante de ser utilizada nas empresas.</p>
<p>Em primeiro lugar, vamos ao que você vai precisar de material. O que estamos utilizando aqui é o seguinte:</p>
<p>- Folhas de rascunho (para anotações, criação de avisos e suporte ao protótipo)<br />
- Post-it’s (caso queira modularizar de uma forma mais prática – não estamos usando, mas fica a dica)<br />
- Um quadro branco (sua empresa ainda não tem um???)<br />
- Canetas para o quadro (no mínimo com duas cores diferentes)<br />
- Caneta grossa ou giz de cera (para escrever nas folhas de rascunho. Não use BIC ou lápis, pois você precisa de um traçado grosso para que seja visível).</p>
<p>Basicamente a ideia aqui é desenhar uma espécie de fluxograma do protótipo. Porém, ao invés de pensar apenas em páginas, telas e módulos, você fará “tudo isso misturado” com funcionalidades. O próprio livro do Mike Cohn sugere que cada caixinha seja uma user story, mas olhando o exemplo dele você enxerga telas (como “Job Results” ou “Job Details”) e não apenas ações ou user stories. Então pense em “tudo junto misturado” que facilita.</p>
<p>O workshop tem algumas regras que precisam ser respeitadas. Ele sugere:</p>
<p>- Focar na QUANTIDADE, ao invés de qualidade. Ou seja, aqui a ideia é identificar o máximo de user stories possíveis.<br />
- Pensamento de alto-nível, ou seja, não perder tempo detalhando ou discutindo demais alguns assuntos.<br />
- Não julgar as idéias. A menos que seja algo fora do propósito, algumas user stories que pareçam inuteis, podem dar vazão a outras ideias (e isso aconteceu aqui conosco!).<br />
- Comparar com a concorrência (é sempre bom parar e ver o que os outros fazem, por que não?)</p>
<p>No caso, estamos utilizando a estrutura de User Story do Mike Cohn, que é:</p>
<p><strong>UM [ator]<br />
PODE [fazer algo]<br />
</strong></p>
<p>Não usamos o modelo tradicional de “como um ator, quero fazer algo, para gerar valor”, por uma simples opção nossa. Use a que você achar melhor!</p>
<p>Todo o workshop se passa em torno do quadro branco e do que o Mike chama de Low Fidelity Prototype. São as caixinhas que representam as telas / user stories / modulos do sistema. E é bem simples de visualizar elas e entender o protótipo. Cada caixa pode ter informações adicionais, o que você achar necessário. Em alguns casos nós citamos o que aquela parte do sistema teria de funcionalidades. Em outros, colocamos lembretes importantes que tínhamos que considerar. Ou simplesmente algo como “colocar campos para preenchimento”.</p>
<p>Enfim, não se prenda a regrinhas aqui, use o que achar necessário.</p>
<p>Cada caixa pode apontar para outra. E aí segue-se a idéia do fluxograma. Para saber se cada caixinha tem outra a seguir (ou seja, um fluxo), o Mike sugere fazer os seguintes questionamentos para cada item:</p>
<p>- O que o usuário gostaria de fazer a partir daqui?<br />
- Quais erros ele pode cometer?<br />
- O que pode confundí-lo?<br />
- Quais informações adicionais seriam necessárias?</p>
<p>Com estas perguntas fica mais claro saber se há algo adiante ou não.<br />
Ok, tudo explicado de como funciona, agora vamos ao simples passo-a-passo, de como utilizar esse workshop. É muito simples.</p>
<p>Passo 1: Definir os atores e módulos maiores do sistema. Isso ajuda a pensar no que cada ator faria no sistema e também a quebrar o sistema em partes menores. Por exemplo, nós identificamos alguns módulos grandes como o “CMS do cliente” e alguns atores sendo desde nós mesmos (Woompa) até os visitantes genéricos dos sites do cliente e mesmo os “mau usuários”, aqueles que podem tentar derrubar os serviços.</p>
<p>Passo 2: Tendo o ator, pelo menos, definido, iniciar com uma box. Esta box será a “tela inicial”, ou o ponto de partida. Pode ser a “home” ou “tela de login”. Não se preocupe em identificar o ponto de partida, pode ser que existam páginas antes dela.</p>
<p>Passo 3: Faça os quatro questionamentos para cada uma das box. As perguntas devem guiar a discussão, e certamente farão isso.</p>
<p>Passo 4: Siga em frente o fluxo até chegar no último nível. Quando não houver mais um passo adiante, significa que você deve passar para outro box. O Mike Cohn sugere manter o raciocínio no fluxo, não pulando de box para box. É uma boa ideia, de fato.</p>
<p>Passo 5: Vá para outra box e repita o processo. Quando finalizar o protótipo, pense nos outros atores. And so on…</p>
<p>Parece que é complicado, né? Mas lembre-se de que você não estará discutindo demais aqui. A ideia é QUANTIDADE, e portanto ninguém deve perder muito tempo discutindo técnicas, telas, detalhes.</p>
<p>No fim do workshop (que pode durar algumas horas ou alguns dias, dependendo do seu sistema) você terá não só um ponto de partida, mas uma visão bem mais abrangente do que deve ser feito. E criar as user stories será muito mais simples.</p>
<p>Experimente! Vale a pena.</p>
<p>Um abraço!<br />
Flávio</p>
<p>(<a href="http://www.woompa.blog.br/2010/07/15/story-writing-workshop/" target="_blank">original no blog da Woompa</a>)</p>
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