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	<title>Agile Way</title>
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	<description>Pensamentos, artigos e as lições aprendidas de um gerente de projetos. A vida corporativa numa visão ágil, onde pessoas e comunicação são sempre mais importantes.</description>
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<title>Agile Way</title>
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		<title>FailCon Brazil 2012</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 03:51:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavio Steffens de Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cases]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Está chegando a hora! A FailCon Brazil vai aterrissar em Porto Alegre, no dia 19/05. Vai ter muito empreendedorismo, design, gestão e negócios sendo discutido no evento. Mas sob uma ótica de fracassos e aprendizados. Se você ainda não garantiu o seu ingresso, corre lá: http://brazil.thefailcon.com Que seja o primeiro de muitos Leia também:FailCon Brazil &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.agileway.com.br/wp-content/uploads/2012/05/failconlogo.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1065" title="failconlogo" src="http://www.agileway.com.br/wp-content/uploads/2012/05/failconlogo-300x81.png" alt="" width="300" height="81" /></a></p>
<p>Está chegando a hora!</p>
<p>A FailCon Brazil vai aterrissar em Porto Alegre, no dia 19/05.</p>
<p>Vai ter muito empreendedorismo, design, gestão e negócios sendo discutido no evento. Mas sob uma ótica de fracassos e aprendizados.</p>
<p>Se você ainda não garantiu o seu ingresso, corre lá: <a title="FailCon Brazil 2012" href="http://brazil.thefailcon.com">http://brazil.thefailcon.com</a></p>
<p>Que seja o primeiro de muitos <img src='http://www.agileway.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Não cobre barato</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 14:39:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavio Steffens de Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Vendas]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes que você tente se defender, eu repito. NÃO COBRE BARATO. Nada pode ser mais custoso para uma empresa (principalmente para as startups) do que cobrar barato por um serviço. Sempre que este assunto vem a tona, e eu defendo essa posição, recebo algumas justificativas como. &#8220;Mas se eu não cobrar barato, não pego o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes que você tente se defender, eu repito. NÃO COBRE BARATO.</p>
<p>Nada pode ser mais custoso para uma empresa (principalmente para as startups) do que cobrar barato por um serviço.</p>
<p><span id="more-1061"></span>Sempre que este assunto vem a tona, e eu defendo essa posição, recebo algumas justificativas como. &#8220;Mas se eu não cobrar barato, não pego o trabalho&#8221;, ou &#8220;Mas o trabalho é simples, é só um sitezinho institucional&#8221;. São argumentos que algumas pessoas usam por dois motivos.</p>
<p>Ou ainda não tiveram problemas, ou realmente estão passando fome e precisam fechar um trabalho a qualquer custo. Você não está nessa situação? Então não cobre barato.</p>
<p>Sua empresa tem custos. Mesmo que seja apenas você trabalhando, você tem gastos. E não são poucos. Coloque no papel e você irá se assustar com o seu próprio valor hora. Água, luz, telefone, aluguel, investimentos em educação, cursos e capacitações&#8230; tudo isso precisa ser considerado. Não ganha salário? Pelo menos coloque um valor/hora para ganhar alguma coisa para comer e se divertir. Agora perceba que o valor hora já fica razoavelmente alto. E você ainda não teve LUCRO, só pagou as contas. Coloque mais uma porcentagem de lucro em cima do valor.</p>
<p>Cobrar barato não é só perder dinheiro. É também ganhar uma dor de cabeça infernal. Você cobra barato achando que está pegando um serviço tranquilo. Porém, do outro lado, está um cliente que quer pagar pouco e fazer muito. E como você cobrou barato, possivelmente não fez contrato nenhum. Está armado o cenário para o seu cliente enxergá-lo como um &#8220;cara que faz sites&#8221;. Prepare-se para as consequências.</p>
<p>Você terá que lidar com um cliente que irá tratá-lo como um funcionário da empresa dele, só que sem te pagar nada. Afinal, já estava tudo incluído no preço, não é? E esse cliente o fará atrasar os trabalhos de outros clientes com os quais você realmente vislumbra uma relação profissional. E não amadora.</p>
<p>Não cobrar barato não significa cobrar caro. Significa cobrar o preço justo. Calcular uma proposta com base no valor hora da sua empresa, prevendo tudo o que você quiser prever. Não importa se você usa contratos de escopo fechado ou aberto, se você usa os processos do PMI ou dos métodos ágeis.</p>
<p>Valorize a sua empresa. Valorize o seu trabalho.</p>
<p>Ah sim, este post é baseado em uma lição duramente aprendida.</p>
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		<title>Quem quer ser bilionário?</title>
		<link>http://www.agileway.com.br/2012/04/12/quem-quer-ser-bilionario/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 14:30:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavio Steffens de Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Um bilhão de dólares. Este foi o preço pago pelo Facebook pelo Instagram. O aplicativo fez dois sócios multi-milionários. E alimentou o sonho de muitos empreendedores. Será que com razão? Mas não se assuste com o valor. Não foi o maior valor pago até hoje por um site ou aplicativo. Em abril de 1999, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um bilhão de dólares. Este foi o preço pago pelo Facebook pelo Instagram.</p>
<p>O aplicativo fez dois sócios multi-milionários. E alimentou o sonho de muitos empreendedores. Será que com razão?</p>
<p><span id="more-1058"></span></p>
<p>Mas não se assuste com o valor. Não foi o maior valor pago até hoje por um site ou aplicativo.</p>
<p>Em abril de 1999, a então toda poderosa Yahoo! pagou quase 6 bilhões pelo site broadcast.com.</p>
<p>Em janeiro daquele mesmo ano, a mesma Yahoo! estava jogando dinheiro pra cima e pagou 3.5 bilões pelo Geocities. Sim, aquele mesmo serviço de hospedagem de sites que eles fecharam há alguns anos. Baita investimento.</p>
<p>Recentemente, em 2005, o Skype foi adquirido pela Ebay por 2.6 bilhões. Há ainda outras aquisições bilionárias, antes da mais recente.</p>
<p>Mas a compra do Instagram gerou uma euforia em massa nas pessoas. Agora todos querem investir em aplicativos. Todos querem ser bilionários. Prepare-se para uma enxurrada de cases e pesquisas sobre o case de sucesso do Instagram.</p>
<p>Curiosamente, a venda do Instagram ocorreu exatamente na mesma semana em que a Veja estampa na capa exatamente uma reportagem sobre o aplicativo. E a revista já trazia uma reportagem nesse sentido: mostrar como o mercado estava &#8220;aquecido&#8221;. A venda do aplicativo só deu a pá de cal final nesta justificativa.</p>
<p>Agora teremos milhares de pessoas apostando em aplicativos. E milhares de aplicativos ruins e sem sentido. Todos querendo empreender e ser bilionários.</p>
<p>As pessoas esquecem que a fórmula de sucesso do Instagram não pode ser repetida. Aliás, convenhamos que não existe fórmula de sucesso. Embora a maioria das pessoas acredite nisso.</p>
<p>E se tivessemos um país onde o empreendedorismo fosse fomentado de forma mais consciente? Será que os resultados não seriam mais consistentes e duradouros? Talvez não tivéssemos um ou dois bilionários, mas centenas de empresas saudáveis e lucrativas.</p>
<p>Enfim. Um devaneio da madrugada.</p>
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		<title>A bolha das startups brasileiras</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 14:30:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavio Steffens de Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Cases]]></category>
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		<description><![CDATA[Será que o Brasil não está se auto-sabotando novamente com essa mídia toda em cima das startups? Será que não estamos criando uma bolha? Ultimamente tenho pensado bastante a respeito. E gostaria de compartilhar isso com vocês. Há anos atrás, se não me engano na bolha imobiliária americana de 2008, eu li uma frase de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Será que o Brasil não está se auto-sabotando novamente com essa mídia toda em cima das startups? Será que não estamos criando uma bolha?</p>
<p>Ultimamente tenho pensado bastante a respeito. E gostaria de compartilhar isso com vocês.<br />
<span id="more-1053"></span><br />
Há anos atrás, se não me engano na bolha imobiliária americana de 2008, eu li uma frase de um investidor que era muito irônica, mas que trazia um significado bem interessante. Dizia o investidor que ele percebeu que a bolha era inevitável, quando o faxineiro da empresa dele  começou a discutir sobre ações e investimentos com ele.</p>
<p>Notem que não há nada de preconceituoso na frase. O que ele quis dizer é que pessoas que, até então nunca pensariam em ações, agora eram &#8220;especialistas&#8221;.</p>
<p>Infelizmente o que está acontecendo no Brasil é algo muito parecido, quando falamos de startups.</p>
<p>Vou trazer cinco sintomas que eu enxergo como sinais de que a bolha está se aproximando:</p>
<p>1) A mídia está explorando demais o assunto. Revistas, blogs e televisão abordam o tema constantemente.</p>
<p>2) A proliferação de eventos e cursos sobre empreendedorismo e startups.</p>
<p>3) O GAP que existe entre o interesse em startups com as agências de fomento, bancos e empresas de capital de risco.</p>
<p>4) Muita gente sendo empreendedor ou criando negócios que nada tem a ver com o conceito de startup.</p>
<p>5) E o sintoma clássico: a criação da profissão chamada &#8221;especialista em startup&#8221; ou &#8220;especialista em empreendedorismo&#8221;.</p>
<p>Existem outros sintomas, mas não gostaria de me alongar no post. Então vamos analisar cada um dos casos.</p>
<p><strong>1) Exploração da mídia</strong></p>
<p>Convenhamos, a mídia podia prestar um serviço muito bacana para o mercado. Mas o que acontece é que eles são sempre superficiais, e querem apenas ganhar dinheiro em cima disso.</p>
<p>A prova cabal foi que neste mês de março, havia uma revista de internet com uma capa destacando: &#8220;Dicas para você ter uma startup de sucesso!&#8221;. Como assim? Dicas? Startup de sucesso?</p>
<p>Por que pouco se discutem os modelos, ideias, e coisas mais concretas? Simples. Isso não é apelativo o suficiente. Logo, não dá mídia e dinheiro.</p>
<p>O problema disso é que muita gente acaba comprando essa ideia de &#8220;10 passos para você enriquecer com sua startup&#8221;, e só percebe o erro que cometeu quando já foram gastos alguns milhares de reais.</p>
<p><strong>2) A proliferação de cursos e eventos</strong></p>
<p>Eu posso garantir que toda capital brasileira possui pelo menos uns dois eventos anuais envolvendo empreendedorismo e startups.</p>
<p>Tá na moda. E se todos falam, ora, vamos ganhar dinheiro também!</p>
<p>Eu sou muito a favor dos cursos e eventos. Tanto que estou organizando, com a Ionatec, a <a title="Failcon Brazil" href="http://brazil.thefailcon.com" target="_blank">FailCon Brazil</a> (que é uma contra-cultura aos eventos tradicionais).</p>
<p>O problema é que é difícil de atestar a qualidade do que é ensinado e passado. E acabamos tendo pessoas &#8221;formadas&#8221; em algo errado.</p>
<p>Isso me lembra um pouco os métodos ágeis. O Scrum hoje está tão, desculpem o termo, estuprado, que chega a ser<br />
engraçado conhecer a realidade de algumas empresas que nas vagas exigem conhecimentos de Scrum. What? A empresa<br />
mais formal, burocrática e cascateira diz ser ágil?</p>
<p>Ouvi estes tempos o Alexandre Magno comentar uma situação engraçada. Ele disse que visitou uma empresa que se orgulhava de usar o Scrum há 6 anos. E ele comentou: &#8220;Seis anos de Scrum? Vocês entenderam tudo errado!&#8221;. Afinal, o Scrum é o início do processo de adoção dos métodos ágeis. É o &#8220;produto&#8221; encaixotado para a empresa praticar e depois criar sua própria cultura em cima.</p>
<p>Eu prevejo uma situação igual para o Lean Startup, Business Model Canvas, Pitches e demais assuntos.</p>
<p>Mas por favor, nem por isso deixe de frequentar os eventos. Pelo menos pelo networking <img src='http://www.agileway.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>3) O GAP entre empreendedores e investidores</strong></p>
<p>Vocês não acham engraçado que existam tantos empreendedores, startupeiros e afins, mas que tão pouca gente receba de fato investimento?</p>
<p>Para mim a questão é óbvia: os investidores estão vendo a falta de preparo da maioria das empresas para receberem investimento.</p>
<p>Outro caso bem interessante que ouvi o Pierre Schurmann (um dos investidores brasileiros) comentar num evento,<br />
foi que ele participou de um dos tantos eventos e startup no Brasil. E que os &#8220;empreendedores&#8221; faziam seus &#8221;pitches&#8221; bem bonitos e tudo mais. Mas era ele perguntar: &#8220;Ok, mas e como vocês vão vender isso? Como vai ser gerada a grana?&#8221; e todos gaguejavam e se enrolavam.</p>
<p>Talvez os investidores estejam enxergando o que muita gente não vê: há muita falação e pouca ação.</p>
<p>Podemos citar também o fato do dinheiro brasileiro ser mais raro e caro. E isso contribui como uma péssima e intransponível barreira de entrada para qualquer empreendedor que pensa a médio prazo.</p>
<p><strong>4) Negócios que não são startups</strong></p>
<p>Quem acompanha alguma lista ou fórum de discussão sobre startups ou empreendorismo, com certeza já se deparou<br />
com ideias absurdas. E o pior: com as pessoas que defendem estas ideias de forma mais absurda ainda.</p>
<p>Uma startup tem como premissa um negócio que seja escalável facilmente. Isto é, você consiga aumentar sua margem de lucro, sem aumentar suas despesas.</p>
<p>Por isso que uma agência de publicidade nunca vai ser uma startup. Por isso que &#8220;criar sites&#8221; nunca vai ser uma startup.</p>
<p>E muitos modelos de negócio que podem ser considerados como startups, são tão complexos e dependem de tantos<br />
fatores que ou morrem cedo ou então sugam o dinheiro investido sem trazer o retorno esperado.</p>
<p>É preciso que haja uma mudança de cultura nas pessoas, e principalmente o entendimento de que não são 10 passos<br />
que vão me fazer ter uma startup de sucesso.</p>
<p><strong>5) Os especialistas</strong></p>
<p>Eu sou profudamente preconceituoso com o termo &#8221;especialista&#8221;. O que seria um especialista em startups?</p>
<p>O surgimento deles está muito associado ao item (1). Pois são profissões criadas pelos jornalistas, que precisam ter algum &#8220;especialista&#8221; para entrevistar toda vez que ocorre uma reportagem, ou para dar as famosas dicas para sua startup de sucesso.</p>
<p>Quando os especialistas surgem, é porque a coisa começou a degringolar.</p>
<p>-</p>
<p>Haveria uma série de outros itens para destacar, como a intolerância da nossa cultura as falhas, a nossa aversão ao risco em contrapartida com o empreendedorismo, mas acho que as cinco estão de bom tamanho.</p>
<p>A bolha das startups, se realmente vier a estourar, será uma péssima notícia para todos nós. Muita gente inocente irá perder dinheiro, muitas boas ideias e produtos poderão perecer por falta de investimento e confiança.</p>
<p>E o meu maior medo: vão começar a publicar que empreender é arriscado demais. O bom mesmo é &#8230; concurso público.</p>
<p>Mas daí virão os especialistas em concursos públicos. Talvez os mesmos que eram em startups. E dai tudo vai mudar.</p>
<p>Por favor, seja um empreendedor. Mas seja consciente.</p>
<p>É essa a mensagem que eu tentei passar aqui.</p>
<p><strong>Atualizado: </strong>O Juan Bernabó acho que matou a charada. Estamos vivendo o <a title="Hype Cycle" href="http://www.gartner.com/technology/research/methodologies/hype-cycle.jsp">Hype Cycle</a> das startups.</p>
<p><strong>Atualizado 2: </strong>Casualmente, no dia 9/abril, 4 dias depois do post, o Facebook comprou o Instagram por módicos 1 bilhão de dólares. O que realmente vale um bilhão de dólares?</p>
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		<title>Trabalhe menos</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 15:37:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavio Steffens de Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O título deste artigo é sugestivo. Uma provocação aos workaholics. Mas eu repito o que digo: trabalhe menos. E vou explicar por quê. A pressão por resultados tem nos levado a trabalhar cada vez mais. Estamos sempre correndo atrás e parece que nunca alcançamos o objetivo. Quando, por ventura, alcançamos, nem temos tempo de comemorar, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O título deste artigo é sugestivo. Uma provocação aos workaholics.</p>
<p>Mas eu repito o que digo: trabalhe menos.</p>
<p>E vou explicar por quê.</p>
<p><span id="more-1050"></span></p>
<p>A pressão por resultados tem nos levado a trabalhar cada vez mais. Estamos sempre correndo atrás e parece que nunca alcançamos o objetivo. Quando, por ventura, alcançamos, nem temos tempo de comemorar, pois já há outro objetivo passando correndo na nossa frente. E lá começa a correria novamente.</p>
<p>Dias atrás eu conversava com um engenheiro. Um cara bem pés no chão. E ele disse que a maioria dos engenheiros, quando saem da universidade, chegam no mercado de trabalho com um pensamento apenas: trabalho, trabalho e trabalho. Entram as 7h da manhã no escritório e saem as 21h. E para eles, esta é a vida como tem que ser.</p>
<p>Ele então questionou: o que esse cara faz para se capacitar? Como ele faz novos contatos? Como ele aprende sobre as novidades? Como ele se motiva e lida com a família se, diariamente, está seguindo a rotina infernal de trabalho, trabalho e trabalho?</p>
<p>Este é o ponto principal que eu queria chegar.</p>
<p>Quando eu digo &#8220;trabalhe menos&#8221;, estou falando que você precisa pensar em todas as outras atividades que existem e que podem ser consideradas como trabalho. Embora a grande maioria das pessoas não considere. E isso significa fazer cursos, ir a eventos, ler livros e revistas, assistir vídeos e, principalmente, descansar e ter um tempo para a família.</p>
<p>Isso tudo influencia no seu trabalho. E, pode ter certeza, vai ajudar bastante a você reduzir o tempo que precisa ficar no seu escritório. Que tal se ao invés de ficar 5 dias prospectando clientes desconhecidos, você fechar um negócio durante um evento? Ou então ao invés de passar meses &#8220;estruturando&#8221; uma mudança de processo, você não aprenda a realizá-lo durante um curso? Ou, melhor ainda, aquela solução que parecia impossível após você ficar 10 horas em cima, aparece logo quando você descansa o cérebro assistindo um filme junto com sua esposa/marido?</p>
<p>Trabalhar menos significa otimizar o seu tempo e o seu esforço. Não adianta você ficar 48 horas acordado trabalhando, pois na 12ª hora você estará rendendo absolutamente nada.</p>
<p>Trabalhar menos significa ter mais saúde, ter um tempo para você e sua família. Está provado que a sua vida pessoal e profissional precisam andar juntas. E sempre de bem uma com a outra.</p>
<p>Trabalhar menos significa &#8230; trabalhar com inteligência.</p>
<p>Espero que hoje, às 18h, você já esteja em casa aproveitando a sua vida.</p>
<p>Um abraço</p>
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